Segurança

Suspeito de atacar PMs com fogos de artifício é preso na Grande Curitiba

De acordo com a Polícia Militar, a equipe atingida pelos fogos estava de serviço fazendo o policiamento preventivo durante o Ano-Novo quando foi atacada

Daniela
Daniela Borsuk com informações da Agência Estadual de Notícias
Suspeito de atacar PMs com fogos de artifício é preso na Grande Curitiba
(Foto: Ilustração/ Pixabay)

15 de janeiro de 2022 - 13:30 - Atualizado em 4 de março de 2022 - 16:12

Um homem, de 23 anos, suspeito de atacar policiais militares com fogos de artifício no Réveillon, em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), foi preso nesta sexta-feira (14). O 22º Batalhão de Polícia Militar (22º BPM) cumpriu o mandado de prisão por tentativa de homicídio. Ele foi localizado no bairro Pinheirinho, em Curitiba, e levado para a Cadeia Pública do município.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe atingida pelos fogos estava de serviço fazendo o policiamento preventivo durante o Ano-Novo quando foi atacada. O Serviço de Inteligência do 22º Batalhão, a Diretoria de Inteligência da PM e o setor PM Vítima atuaram em busca de informações para localizar o autor do ataque. Após o levantamento, foi solicitado apoio do Poder Judiciário na expedição do mandado de prisão. 

“Esse cumprimento de mandado judicial é importante para deixar claro que não será aceita nenhuma tentativa de violência ou ameaça aos policiais militares, pois o lugar da PM é junto com a população para protegê-la, ou seja, precisa estar, inclusive, em locais com eventos como foi o caso”,

disse o coordenador de Policiamento de Unidade (CPU) do 22º Batalhão, tenente Maximiano Gabriel da Silva.

Silva alertou ainda que o ataque poderia ferir cidadãos que estavam no local para confraternizar. O tenente explica que a prisão do homem traz mais segurança aos profissionais que atuam na rua. “Passa firmeza e mais segurança ao nosso policial de que a ação regular será protegida. Agradecemos o apoio do Ministério Público de Rio Branco, pois graças à denúncia de populares, indícios coletados, conseguimos chegar à autoria desse ataque e evitar que o anonimato o deixasse impune”, destacou.