Segurança

Professora arremessa carteira escolar em direção a alunos em Londrina; entenda

A Secretaria de Estado da Educação (SEED) confirmou o caso e a servidora pública será afastada

Valeska
Valeska Macedo / estagiária com supervisão de Eduardo Igor
Professora arremessa carteira escolar em direção a alunos em Londrina; entenda
Professora arremessa carteira escolar em direção a alunos em Londrina. (Foto: Reprodução/Facebook)

27 de maio de 2022 - 17:55 - Atualizado em 27 de maio de 2022 - 18:22

Uma professora jogou uma carteira escolar em direção aos alunos nesta quinta-feira (26), no Colégio Estadual Professor Doutor Heber Soares Vargas, em Londrina.

Os estudantes questionaram as notas lançadas pela docente, que se irritou e os agrediu fisicamente e verbalmente.

A Secretaria de Estado da Educação (SEED) informou, em nota, que a carteira acertou a perna de um aluno e o pé de outro. A Patrulha Escolar foi acionada e ao todo sete estudantes, acompanhados pela diretora, foram depor na delegacia para registrar as agressões físicas.

Confira a nota completa da SEED:

O episódio registrado ontem (26) no Heber Soares Vargas foi o oposto: Alunos questionaram as notas lançadas pela professora, que não quis dar satisfação e se irritou. Pediu para os estudantes ficarem quietos e em seguida jogou uma carteira na direção dos alunos, acertando a perna de um e o pé de outro estudante, o que causou agitação entre os demais estudantes. Na sequência, a professora colocou os estudantes para fora da sala, pegando alguns pelo braço e forçando a porta, prensando mãos e braços. Em meio a ofensas verbais saiu da sala e depois retornou, se trancando no local. A Patrulha Escolar foi acionada e ao todo sete estudantes, acompanhados pela diretora, foram depor na delegacia para registrar as agressões físicas.

Está sendo aberta uma sindicância e ela será formalmente afastada na segunda (30) – hoje ela não foi ao colégio. A Seed-PR ressalta o compromisso total com o bem-estar de seus estudantes e funcionários, repudiando todo e qualquer ato de violência, sejam físicos ou verbais. A sindicância correrá internamente (e em sigilo) para a apuração de todos os fatos, respaldando o direito à defesa da profissional. Ao final do processo, a professora poderá ser desligada da rede estadual.

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