Segurança

Paranaense preso na Tailândia é ouvido por autoridades em corte

No início do mês, a mineira, de 22 anos, que foi presa com ele recebeu sentença de 9 anos de prisão

Bruna
Bruna Melo / Repórter
Paranaense preso na Tailândia é ouvido por autoridades em corte
(Foto: Reprodução/Redes sociais)

20 de maio de 2022 - 09:48 - Atualizado em 20 de maio de 2022 - 09:53

Em atualização sobre o caso dos brasileiros presos na Tailândia, o advogado que representa Jordi Vilsinski Beffa, morador de Apucarana, norte do Paraná, emitiu nota, na manhã desta sexta-feira (20). No comunicado, Petronio Cardoso informou que o rapaz, de 23 anos, foi levado à corte de Samut Prakan. Jordi está preso no país desde fevereiro suspeito de tráfico de drogas.

Conforme Cardoso, o paranaense foi ouvido na quarta-feira (18). O caso dele permanece sob investigação. O motivo é a quantidade de cocaína considerada pequena que ele carregava, que são 4 kg. Ou seja, Jordi permanece preso sem sentença definitiva. A próxima audiência deve acontecer no dia 18 de julho.

A expectativa da defesa do paranaense é de que a sentença seja por crime civil. Deste modo, Jordi pagaria uma multa e seria liberado. Entretanto, a Embaixada Brasileira em Bangkok, que acompanha o caso, não recebeu comunicação oficial. É aguardado um agendamento de visita presencial dos advogados.

A Embaixada também informou a Cardoso que está prestando assistência para os três jovens presos no país asiático: Mary Hellen Coelho Silva, de 21 anos, moradora de Pouso Alegre (MG), e um homem, de 27 anos, que não teve o nome e a origem divulgados.

Relembre o caso

No dia 13 de fevereiro, três brasileiros foram presos por tráfico internacional de drogas no Aeroporto Internacional de Bangkok-Suvarnabhumi, na Tailândia. O homem, de 27 anos, e Mary Hellen foram flagrados embarcando juntos em Curitiba. Jordi viajou sozinho. No total, foram apreendidos 15,5 kg de cocaína.

Mary Hellen recebeu a pena de 9 anos e 6 meses de prisão, sendo divididos em dois anos por crime civil e 7 anos e seis meses por crime penal. A decisão foi divulgada no dia 11 de maio.

No dia 5 de maio, a mulher suspeita de aliciar os brasileiros foi presa em operação da Polícia Federal (PF).