Segurança

O perigo mora em casa: relembre os casos marcantes de crianças assassinadas pelos pais

Crianças foram mortas por aqueles que deviam proteger

Carol
Carol Machado / Produtora
O perigo mora em casa: relembre os casos marcantes de crianças assassinadas pelos pais
(Foto: reprodução/arte: RIC Mais)

30 de setembro de 2021 - 16:24 - Atualizado em 8 de outubro de 2021 - 12:40

No Brasil, há diversos casos terríveis de crianças que perderam a vida por crimes cometidos por pessoas em que elas mais confiavam: seus pais. Em outros casos foram conhecidos ou parentes que ceifaram a vida dos inocentes. Relembre os casos que chocaram o país.

Isabella de Oliveira Nardoni (2008)

(Foto: Reprodução)

Isabella foi arremessada do sexto andar do apartamento onde o pai morava com Anna Carolina e os dois filhos do casal. A princípio, a dupla disse que o apartamento havia sido invadido, e que o crime foi cometido pelo invasor, mas provas periciais colocaram o pai e a madrasta na cena do crime.

As investigações apontaram que Anna Carolina enforcou Isabella, enquanto o pai, Alexandre Nardoni, cortou a tela de proteção do apartamento e jogou o corpo da própria filha. O casal foi preso em 2 de abril de 2008, quatro dias após o crime.

Eduarda Shigematsu (2019)

(Foto: Reprodução/RIC Record TV)

Eduarda Shigematsu foi morta em 2019, os principais suspeitos do crime é o pai e a avó paterna. No dia 28 de abril, o corpo da criança foi encontrado enterrado em uma cova rasa, com as mãos e pés amarrados e a cabeça envolta em um saco plástico. Na época do crime, Eduarda tinha apenas 11 anos.

Henry Borel (2021)

foto de henry sorrindo
Lei Henry Borel será analisada pelo Senado após o recesso parlamentar (Foto: Reprodução)

pequeno Henry Borel morreu na noite do dia 8 de março deste ano. Ele chegou ao hospital com dificuldades para respirar. De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), os ferimentos que causaram a morte do garoto foram feitos por uma ação violenta. A morte foi por hemorragia interna causada por rompimento do fígado. Um mês depois, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu a mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, e o padrasto dele, o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade). Agora, ambos são investigados pelo crime.

Isaac Carrilho (2020)

(FOTO: REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS/ ARTE RICMAIS)

O pequeno Isaac de apenas 3 anos, foi morto pela mãe, Caroline Carrilho Correia. O corpo do menino foi encontrado em uma mata em setembro de 2020. A genitora confessou o crime e disse que matou Isaac por asfixia. E que em seguida tentou se matar. Caroline foi indicada por homicídio qualificado por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.

Bernardo Boldini (2014)

(Foto: Reprodução)

Bernardo Boldrini foi assassinado em 2014, o corpo do menino foi encontrado nu em uma cova rasa. O pai e a madrasta de Bernardo Boldrini foram condenados por homicídio qualificado com motivo torpe. Na época do crime, a criança tinha apenas 11 anos. Graciele Ugulini, a madrasta do menino, assumiu a culpa pelo assassinato. Ela afirmou que deu cinco doses do medicamento Ritalina para Bernardo que, segundo ela, estava muito agitado. A mulher argumentou que deu o medicamento à criança para que ela pudesse se acalmar.

Keven Gomes Sobral (2014)

(Foto: Reprodução/TV Globo)

O menino Keven Gomes Sobral foi morto pela mãe, Marília Cristina Gomes. A genitora confessou o crime e em depoimento, afirmou que jogou o menino contra a parede e ele caiu desacordado. Marília, então, decidiu esconder o corpo na casa ao lado, que estava vazia. O corpo de Keven foi encontrado dentro de um sofá. Na época do crime, Keven tinha apenas 2 anos.

Rhuan Maycon (2019)

(Foto: Arquivo da família)

Rhuan Maycon foi morto pela mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, e a sua companheira, Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa. Na época do crime, o menino tinha apenas 9 anos. Rhuan foi morto e teve o corpo esquartejado. O casal foi acusado de torturar a criança. Em depoimento à polícia, Rosana contou que “sentia ódio e nenhum amor pela criança”.

Rafael Mateus Winques (2020)

(Foto: Polícia Civil/Divulgação)

O menino Rafael Mateus Winques tinha apenas 11 anos quando foi morto pela mãe, Alexandra Dougokenski. A genitora confessou o crime. O laudo apontou que o menino morreu por asfixia mecânica por estrangulamento.