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DNA dos pais de Tatiane Jezualdo pode ajudar a esclarecer crime

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

16 de junho de 2014 - 00:00 - Atualizado em 16 de junho de 2014 - 00:00

O Instituto Médico-Legal (IML) de Campo Mourão (a 90 quilômetros de Maringá) está aguardando os pais de Tatiane Jezualdo, 24 anos, para coleta de DNA. O material ajudará deve tirar a dúvida se as partes de um corpo encontradas no Rio Carajás, na estrada Cantareira, em Ubiratã (à 165 quilômetros de Maringá) eram da jovem desaparecida. O Corpo de Bombeiros encontrou as partes do corpo humano nas últimas quinta (12) e sexta-feira (13). A família já teria percebido semelhanças físicas no tronco como se fosse de Tatiane e o pai da moça reconheceu um molho de chaves, encontrado próximo aos restos de uma fogueira. A polícia, porém, aguarda o laudo do IML para ter certeza da identificação.

Tatiane desapareceu no dia 3 de junho, quando se encaminhava ao trabalho, em Ubiratã. Após uma semana de buscas, a Polícia Civil prendeu um colega de trabalho dela, que negou ter assassinado a jovem, mas confirmou ter jogado o corpo no rio. O suspeito contou que ofereceu carona à Tatiane, que sofreu um ataque cardíaco dentro do carro, quando ele tentou se insinuar para ela. O rapaz teria jogado o corpo no Rio Piquiri porque estava com medo. A polícia apura se houve violência sexual e os bombeiros continuam com as buscas por outras partes do corpo.