Segurança

Depois de 41 dias, suspeita de chefiar tráfico de drogas no litoral do PR deixa a prisão

A defesa alega que ela foi liberada por ser mãe e viúva

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais Com informações da RICtv
Depois de 41 dias, suspeita de chefiar tráfico de drogas no litoral do PR deixa a prisão
Camila Marodim está presa; Ricardo foi morto em novembro (Foto: redes sociais)

24 de dezembro de 2021 - 08:27 - Atualizado em 24 de dezembro de 2021 - 08:27

A jovem Camila Marodin, viúva de Ricardo Marodin, e suspeita de chefiar uma organização criminosa no litoral do Paraná, deixou a prisão na tarde desta quinta-feira (23). Ela estava detida desde o dia 12 de novembro, na Penitenciária Feminina de Piraquara.

Ricardo Marodin foi morto no aniversário do filho, no dia 7 de novembro. Desde o assassinato, Camila afirmava que o homem não tinha envolvimento com a criminalidade e que acreditava que o homicídio estava relacionado com um desacerto comercial.

No entanto, Camila foi detida por tráfico de drogas em uma megaoperação da Polícia Militar, que investigava a quadrilha há cerca de um ano.

Entenda o caso

A operação identificou que Camila ocupava uma posição de liderança na quadrilha de tráfico de drogas. Em sua conta bancária, foram encontrados cerca de R$ 1,3 milhão, dinheiro que foi bloqueado pela Justiça. Ainda, a viúva de Ricardo recebia ainda R$ 600 como benefício do Governo Federal.

No dia em que o mandado foi expedido, a polícia foi até a residência de Camila, em Pinhais, mas a mulher não estava na casa. A equipe recebeu uma informação de que ela estava voltando de Matinhos, no Litoral do Paraná, e fez um bloqueio no pedágio para deter a suspeita.

Resumo da matéria

Ela foi encontrada viajando ao lado de um homem. Ao ser questionada sobre uma pistola, que a PM suspeitava que estava em sua posse, Camila confessou que havia enterrado o armamento no terreno da casa da mãe, no Litoral. 

A pistola foi localizada no endereço repassado pela mulher e apreendida. Camila foi detida e levada até o Batalhão da PM, onde alegou que estava passando mal. Uma ambulância foi acionada para prestar atendimento à suspeita. Depois, ela foi encaminhada para a Penitenciária feminina, em Piraquara.

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