Saúde

Vereador de Curitiba propõe flexibilização da obrigatoriedade do uso de máscaras

A cidade do Rio de Janeiro liberou a população do uso de máscaras em locais fechados nesta segunda (7)

Redação RIC Mais
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Vereador de Curitiba propõe flexibilização da obrigatoriedade do uso de máscaras
(Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

8 de março de 2022 - 13:02 - Atualizado em 8 de março de 2022 - 15:34

O vereador Alexandre Leprevost propôs que Curitiba inicie a flexibilização do uso de máscaras. Para ele, com a alta imunidade da população, a redução no número de casos de Covid-19 e o baixo número de pessoas internadas em estado grave em UTI, já seria possível iniciar a liberação.

“Essa já é uma realidade de muitos países e também aqui no Brasil. Percebo que muitas pessoas estão usando a máscara mais de forma simbólica do que efetiva. Por exemplo, a pessoa entra em um jogo de futebol de máscara e lá dentro tira, entra em uma reunião e tira. Não faz sentido. Precisamos flexibilizar quando isso é possível e pode ser feito de maneira segura”, explica.

Segundo o vereador, muitos países já tratam o vírus como endêmico: “Fica aqui o meu pedido para que a Prefeitura tome esta iniciativa urgentemente. Já foi muito tempo em que as pessoas tiveram que fazer concessões, são praticamente dois anos. Precisamos restabelecer o convívio social”.

Nesta segunda-feira (7), a cidade do Rio de Janeiro anunciou, por meio de um decreto do prefeito Eduardo Paes, que o uso de máscaras de proteção não é mais obrigatório até mesmo em locais fechados.

A capital paranaense tem, segundo o boletim mais recente, ao menos 4.378 casos ativos de coronavírus e 554 novos casos confirmados. Em 18 de fevereiro, eram 12 mil pessoas com potencial de transmissão da doença.

Procurada pela reportagem do RIC Mais, a Prefeitura de Curitiba reiterou que o uso do equipamento permanece obrigatório e que uma lei estadual regulamenta isso. Em nota, o executivo municipal também reforçou que não há previsão de mudança neste momento. E complementou:

“O Comitê de Técnica e Ética Médica de Curitiba entende que, quando for possível uma alteração do ponto de vista sanitário, não faz sentido que ela ocorra apenas no âmbito local da cidade, considerando a conurbação com municípios da região metropolitana.”