Saúde

Em uma semana, mais de mil leitos para Covid-19 são reativados no Paraná

“Peço a ajuda da população para tentarmos interromper esse novo ciclo de transmissão do vírus”, disse Beto Preto

Caroline
Caroline Maltaca / Estagiária com informações da AEN
Em uma semana, mais de mil leitos para Covid-19 são reativados no Paraná
(Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

28 de janeiro de 2022 - 17:55 - Atualizado em 28 de janeiro de 2022 - 17:55

O Estado do Paraná reativou, entre quinta (27) e sexta-feira (28), mais 162 leitos exclusivos para tratamento da Covid-19 e H3N2. Destes, 130 destinados à enfermaria e 32 a Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Somando os leitos reativados durante toda a semana, o estado contabiliza 641 novas UTIs e 1.078 enfermarias.

De acordo com o Estado, a ampliação dos leitos aconteceu nos municípios de Ponta Grossa (10 enfermarias), Curitiba (25 enfermarias e cinco UTIs), Apucarana (14 enfermarias), Irati (oito UTIs), Jesuítas (12 enfermarias), Assis Chateaubriand (quatro UTIs), Paranavaí (12 enfermarias), Arapongas (20 enfermarias e 15 UTIs), Sarandi (23 enfermarias), Cambé (10 enfermarias) e Chopinzinho (quatro enfermarias).

Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, se houver necessidade, outros serão abertos.

“Peço a ajuda da população para tentarmos interromper esse novo ciclo de transmissão do vírus, mantendo o distanciamento social, e os cuidados não farmacológicos, como o uso do álcool em gel e a lavagem frequente das mãos e a utilização de máscaras”,

disse Beto Preto.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), diariamente, atualiza os dados da ocupação de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como a evolução em números dos casos confirmados no Paraná.

“Sempre faremos todo ajuste possível nos leitos preferenciais para garantir atendimento rápido aos pacientes da Covid-19 que necessitarem internamento, na busca da melhor segurança para a população. Porém, a Covid-19 não é a única doença que necessita atendimento, e é importante salientar que quanto mais cedo reduzirmos a contaminação da doença, mais cedo o atendimento geral poderá voltar a ser ampliado, incluindo as cirurgias eletivas”,

complementou o diretor de Gestão em Saúde, Vinícius Augusto Filipak.
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