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Vereador assina termo e é liberado pela polícia após acusação de assédio

Redação RIC Mais
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14 de setembro de 2016 - 00:00 - Atualizado em 14 de setembro de 2016 - 00:00

Duas viaturas foram enviadas à Câmara Municipal. (Foto: Colaboração/Whatsapp)

Professor Galdino, a vereadora Carla Pimentel e as testemunhas prestaram depoimento na Delegacia da Mulher, em Curitiba, na tarde desta quarta-feira (14)

O vereador Professor Galdino (PSDB) assinou, na tarde desta quarta-feira (14), um Termo Circunstanciado (TC) por vias de fatos e importunação ofensiva ao pudor e foi liberado pela Polícia Civil. O procedimento foi realizado na Delegacia da Mulher, em Curitiba, onde os envolvidos prestaram depoimentos por cinco horas. O parlamentar foi preso em flagrante nesta manhã após a vereadora Carla Pimentel (PSC) o acusar de agredi-la e passar a mão em seu corpo.

De acordo com a Polícia Civil, todas as pessoas envolvidas – testemunhas, vítima e suspeito – foram ouvidas e liberadas. O procedimento será encaminhado ao Poder Judiciário. Uma audiência foi marcada para o dia 21 de outubro no 14º Juizado Especial. 

Entenda o caso
Os políticos estavam na sala do café, na Câmara Municipal da capital, onde não há câmeras de segurança. Além dos dois parlamentares envolvidos, estavam no local os vereadores Rogério Campos (PSC), Bruno Pessuti (PSC), Jonny Stica (PDT) e Helio Wirbiski (PPS).

Segundo testemunhas, o Professor Galdino teria entregado um santinho de propaganda eleitoral para a colega, houve uma discussão, e ele teria tentado pegar de volta o papel, correndo a mão pelo corpo de Carla Pimentel. Os outros vereadores que estavam no local seguraram o colega e a Guarda Municipal foi acionada.

Galdino registrou um boletim de ocorrência contra a vereadora Carla Pimentel por “apropriação indébita”, por causa do santinho.

Resposta
A assessoria de imprensa do vereador Professor Galdino informou que deve enviar uma nota no início da noite desta quarta-feira.