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Câmara aprova abertura de Comissão Processante contra Professor Galdino

Redação RIC Mais
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26 de setembro de 2016 - 00:00 - Atualizado em 26 de setembro de 2016 - 00:00

Fotos: Câmara Municipal de Curitiba

Com 27 votos favoráveis, comissão vai analisar a denúncia de agressão contra o vereador feita pela colega Carla Pimentel. Galdino não compareceu à sessão desta segunda-feira (26)

Os vereadores de Curitiba aprovaram nesta segunda-feira (26), por 27 votos favoráveis, a abertura de uma Comissão Processante para analisar a denúncia de agressão contra o Professor Galdino (PSDB) feita pela vereadora Carla Pimentel (PSC). Ela afirma ter sido atacada pelo colega na sala de cafezinho da Casa diante de vários parlamentares.

A Comissão Processante é formada por três vereadores que têm cinco dias para notificar Galdino sobre a abertura do processo. Após ser notificado, o parlamentar tem 10 dias para protocolar a defesa. A partir de então, a comissão tem outros cinco dias para avaliar se arquiva ou prossegue com a acusação. Se a denúncia prosseguir, Galdino pode perder o mandato.

O suspeito não compareceu à sessão desta segunda-feira e, segundo a Câmara Municipal de Curitiba (CMC), não apresentou motivo para a ausência. Já a assessoria do parlamentar afirma que ele possui um atestado médico e até quinta-feira (29) não poderpa comparecer à Casa.

Denúncia
O caso envolvendo os dois vereadores aconteceu na no dia 14 de setembro. Professor Galdino chegou a ser preso por estupro, já que outros parlamentares que presenciaram a briga afirmaram que ele passou as mãos pelo corpo da colega. A denúncia foi protocolada por Carla Pimentel na tarde desta sexta-feira (16).

No documento, ela acusa o colega de cometer atos de agressão, que configuram falta de decoro parlamentar. Segundo a vereadora, Galdino parecia estar surtado no momento da confusão. O vereador nega ter encostado na vereadora e afirma que tudo foi uma armação contra ele.

Defesa
Procurado pela reportagem, o vereador Professor Galdino informou que acha natural a abertura do processo para que ele prove a inocência. O parlamentar acredita que o ocorrido seja uma armação política envolvendo o nome dele.