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Vítimas de atentado em creche são veladas em Santa Catarina; veja quem são

Professora, agente educacional e três crianças foram mortas a golpes de facão

Guilherme
Guilherme Becker / Editor
Vítimas de atentado em creche são veladas em Santa Catarina; veja quem são
(FOTO: REPRODUÇÃO)

5 de maio de 2021 - 08:42 - Atualizado em 5 de maio de 2021 - 08:42

As cinco vítimas do atentado a uma creche, em Saudades, no Oeste de Santa Catarina, estão sendo veladas na manhã desta quarta-feira (5), no ginásio da cidade. A prefeitura do município, que tem aproximadamente 10 mil habitantes, disponibilizou o Parque de Exposições Theobaldo Hermes para o velório coletivo.

Desde a madrugada, amigos e familiares estão passando pelo local para fazer a última despedida às vítimas. As duas funcionárias e as três crianças foram mortas após serem atingidas por golpes de facão, durante um atentado à creche na manhã desta terça-feira (4).

Vítimas de atentado em creche

De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, o principal suspeito é um jovem de 18 anos, que está internado em estado grave no Hospital Regional do Oeste, em Chapecó. Após invadir a creche, o suspeito, que estava com duas facas, acessou uma sala de aula onde estavam as cinco vítimas que morreram.

A primeira atingida foi a professora Keli Adriane Aniecevski. Com ferimentos, a funcionária correu pela instituição e conseguiu avisar outras professoras, que logo trancaram as salas, impedindo a entrada do jovem.

Entretanto, a outra funcionária que estava com três crianças na primeira sala, acabou sendo ferida, assim como os pequenos. As cinco pessoas que morreram foram identificadas:

  • Keli Adriane Aniecevski, 30 anos – Professora
  • Mirla Renner, 20 anos – Agente educacional
  • Sarah Luiza Mahle Sehn, 1 ano e 7 meses 
  • Murilo Massing, 1 ano e 9 meses
  • Anna Bela Fernandes de Barros, 1 ano e 8 meses

O velório de todas as vítimas é coletivo. Uma outra criança, de 1 ano e 8 meses, que também foi atingida pelo suspeito, está hospitalizada em estado grave, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Confira uma entrevista com o delegado que acompanha o caso:

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