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Vagner Krazt sente na pele a rotina de um agente de trânsito

Apresentador deixa o estúdio e vai às ruas viver de perto o trabalho desses profissionais

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações RIC Record TV - Oeste
Vagner Krazt sente na pele a rotina de um agente de trânsito

17 de junho de 2021 - 15:25 - Atualizado em 17 de junho de 2021 - 19:40

O apresentador do Cidade Alerta Oeste da RIC Record TV, Vagner Krazt, foi às ruas de Cascavel para viver de perto a realidade de um Agente de Trânsito. 

No transporte, o agente deve fiscalizar e também orientar os passageiros. Em um dos terminais rodoviários da cidade, a paciência é colocada à prova o tempo todo. As restrições de passageiros, por causa da pandemia, vira disputa de território e a falta de educação salta aos olhos. O apresentador identificou usuários desrespeitando filas e as medidas de contenção da Covid-19. Algo comum para quem trabalha no local ou passa pelo terminal todos os dias. “É complicado. Não tem distanciamento e nem respeito”, relata uma passageira que não quis se identificar. 

De acordo com o Supervisor do Transporte Público, Ronaldo Lopes, em todos os ônibus existe algum passageiro que quer furar a fila. “Nós ficamos de mãos atadas. Não podemos pegar o passageiro pelo braço e retirar do veículo”, conta. 

Em abril deste ano, um agente foi agredido e teve o nariz quebrado por um usuário do transporte público e precisou passar por cirurgia. “Aquele ônibus estava lotado e eu informei aos passageiros que iria acionar um reserva. Ele me deu um soco na cara após me questionar quem eu era para impedi-lo de entrar no veículo”, relata o funcionário agredido. Após o ocorrido, outros agentes foram atrás do agressor para contê-lo. 

A falta de respeito não é o único problema enfrentado pelos profissionais do trânsito. O uso do celular, imprudência e estacionar o veículo de forma incorreta também são recorrentes em Cascavel. No centro da cidade, Vagner Krazt encontrou motoristas falando no celular enquanto dirigiam, manobras perigosas e veículos estacionados em vagas destinadas a idosos. 

Ser agente de trânsito, transporte, como em qualquer profissão, exige cautela e, antes de qualquer técnica, precisa ter paixão pelo que faz. “Nós enfrentamos pessoas que não compreendem e que compreendem nosso trabalho”, explica Patrícia, supervisora de trânsito há 20 anos. 

Veja a reportagem: