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‘Tive mais de 400 homens’, diz Núbia Óliiver em entrevista ao Câmera Record

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

7 de fevereiro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 7 de fevereiro de 2017 - 00:00

Câmera Record traz entrevista exclusiva com a modelo Núbia Oliiver (Foto: Divulgação/Record TV)

Programa traz depoimentos sobre compulsão sexual e Transtorno Obsessivo Compulsivo

Uma das modelos mais desejadas pelas revistas masculinas brasileiras, Núbia Óliiver, concedeu entrevista exclusiva e sem meias verdades aos repórteres do Câmera Record. Ela fez revelações e falou sobre o desejo incontrolável que tinha por sexo.

A declaração, feita por uma das modelos mais desejadas pelas revistas masculinas brasileiras em entrevista ao Câmera Record, revela um tema pouco discutido no Brasil e que colocou em risco a saúde de Núbia: a compulsão sexual.

“Não me protegia, muitas vezes. Eu fui fazendo o tempo todo. Dormia e acordava fazendo isso. Eu fui fazendo uma, duas, três, quatro vezes por dia. Não parava de pensar em sexo”.

A edição do Câmera Record que vai ao ar nesta quinta-feira (9) decidiu se aprofundar no assunto. São histórias surpreendentes de quem é capaz de tudo pelo prazer! “Deixei de comprar comida pra fazer sexo. Me tornei escravo da compulsão por sexo, mas vivo sempre sozinho”, conta um homem que não quis se identificar porque tem receio de perder o emprego.

Transtorno Obsessivo Compulsivo

O programa também mergulha no mundo de homens e mulheres que convivem com o Transtorno Obsessivo Compulsivo, o TOC. Para se ter uma ideia do quanto é difícil falar com pessoas que têm esse problema, a equipe teve que usar avental cirúrgico para falar com Patrícia, uma das entrevistadas: “Na minha casa vocês só vão entrar usando avental, lavando as mãos várias vezes, e não podem encostar na cama nem no sofá sem estarem limpos”.

O transtorno tira a qualidade de vida de quem o vivencia. “Tranco a porta mais de 40 vezes. Escovo os dentes 25 vezes. Subo e desço de uma ponte de carro durante três horas”. Essa é a rotina frenética de Caio, são manias e comportamentos exaustivos que o levaram à depressão e ao sofrimento. Tudo que acontece na casa dele é simétrico: “Só pra você saber, eu abro nove aplicativos ao mesmo tempo, coleciono estoque de camisas do meu time do coração, tiro foto de tudo que tenho de arrumar em casa. Perdi o emprego, me isolei de tudo e de todos”, disse à equipe.

Mas o que dizem os médicos sobre tudo isso? Existe cura? Quais os tratamentos? O Câmera Record está imperdível! Acompanhe nesta quinta-feira (9), logo após o Jornal da Record.

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