Segurança

Viciado em videogame é preso suspeito de matar amiga com espada cravada no peito

O Ministério Público de São Paulo denunciou Guilherme por homicídio duplamente qualificado, com as agravantes de motivo fútil e crueldade

Daniela
Daniela Borsuk com R7 | RIC Record TV
Viciado em videogame é preso suspeito de matar amiga com espada cravada no peito
(Foto: Reprodução/ Record TV)

3 de março de 2021 - 16:17 - Atualizado em 3 de março de 2021 - 16:17

Guilherme Alves Costa, de 18 anos, foi preso suspeito de matar a amiga, Ingrid Bueno da Silva, de 19 anos, a facadas e com um golpe de espada. A jovem foi encontrada com marcas de ferimentos profundos no pescoço, que sugerem que o suspeito tentou decapitá-la. O crime foi registrado no dia 24 de fevereiro, em São Paulo, na casa onde Guilherme morava com a família. A vítima e o suposto assassino se conheceram na internet há um mês, enquanto jogavam videogame online. 

De acordo com o irmão de Guilherme, ele era viciado em jogos de tiros e passava quase as 24 horas do dia online. O jovem teria convidado Ingrid para ir até a casa dele para que jogassem juntos. Após o crime, Guilherme ainda filmou a vítima morta e contou que havia cometido o assassinato pelas redes sociais. O corpo foi encontrado por uma cunhada de Guilherme, no quarto do rapaz, com uma espada cravada no peito. 

Em um arquivo escrito por Guilherme e divulgado também nas redes, ele mostrou sinais de desequilíbrio. No texto, o jovem afirma que gostaria de matar a família e ainda cometer ataques coletivos. O gamer contou que recebia orientações de um “mentor” pela deepweb, que dava dicas e estratégias para que ele concluísse a sua “missão”. O celular do suspeito foi apreendido e deve passar por perícia. 

Em uma troca de mensagens encontrada pelo pai de Ingrid em seu celular, é possível perceber que algo não estava bem. Veja:

(Foto: Reprodução/ Record TV)

O Ministério Público de São Paulo denunciou Guilherme por homicídio duplamente qualificado, com as agravantes de motivo fútil e crueldade. A promotoria ainda solicitou uma avaliação médica para verificar se o suspeito possui “insanidade mental”. 

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