Segurança

Polícia procura por suspeito que matou líder comunitária da Caximba

O homem invadiu a cozinha da Associação dos Moradores e assassinou a vítima no local; ele chegou de moto, tem a estatura baixa e saiu mancando

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com reportagem de Thaís Travençoli da RIC Record TV, Curitiba
Polícia procura por suspeito que matou líder comunitária da Caximba
Foto: Reprodução/RIC Record TV

29 de abril de 2021 - 17:27 - Atualizado em 29 de abril de 2021 - 17:34

A Polícia Civil trabalha para prender o assassino que matou a líder comunitária do bairro Novo da Caximba, em Curitiba, na tarde de quarta-feira (28). Fabíola do Rocio Rebouças foi executado com cinco disparos de uma pistola calibre 380, todos feitos na região da face e da cabeça. 

Ela foi surpreendida pelo atirador na cozinha da Associação dos Moradores da comunidade. De acordo com o delegado Victor Menezes, que cuida do caso, o homem invadiu o local de capacete, mas foi possível identificar que ele é uma pessoa de baixa estatura e mancava com uma das pernas. “O autor do fato seria uma pessoa de baixa estatura, que teria saído de uma motocicleta com capacete, e portanto nessa hora não teria sido identificado. Efetuou diversos disparos de arma de fogo contra a vítima e de lá se evadiu.”

Fabíola possuía passagem pela polícia por receptação e por dirigir sem carteira de motorista, ambas de 2020. Por isso, o delegado acredita que elas não tenham ligação com o crime. A principal linha de investigação, no momento, é uma disputa por terras na região.

A líder comunitária da Caximba foi executada dois dias após ganhar o prêmio ‘Mulher Somente Mulher’, da Associação Comercial do Paraná (ACP), pelo trabalho voluntário realizado na comunidade carente.

De acordo com moradores do bairro, Fabíola dedicava a vida para ajudar as pessoas necessitadas. Ela acordava cedo todos os dias e arrecadava alimentos para distribuir cerca de 300 refeições diárias a quem não tinha o que comer. Entre as várias ações que já coordenou para a melhorar a vida de quem vive no local, que já foi área de ocupação, também está a criação de um horta para todos.

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