Segurança

Pai e dois filhos são presos suspeitos de assassinarem pedreiro; vítima foi espancada e carbonizada

Conforme a polícia, pai e filhos teriam espancado a vítima e, depois, colocaram ela dentro de um carro e atearam fogo

Daniela
Daniela Borsuk com Nader Khalil | RIC Record TV
Pai e dois filhos são presos suspeitos de assassinarem pedreiro; vítima foi espancada e carbonizada
(Foto: Reprodução/ RIC Record TV)

18 de fevereiro de 2021 - 14:52 - Atualizado em 18 de fevereiro de 2021 - 14:52

Jair Gonçalves de Paula, de 51 anos, e seus dois filhos, Douglas Fernandes de Paula e Roger de Paula, de 28 e 24 anos respectivamente, foram presos temporariamente suspeitos de assassinarem o pedreiro Oswaldo Lima dos Santos. O crime foi registrado em setembro de 2020, na Vila Liberdade, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. 

De acordo com o delegado Herculano de Abreu, da Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo, a motivação do crime foi o recebimento do auxílio emergencial de Oswaldo, no valor de R$ 600, que o pedreiro se negou a usar para comprar carnes e bebidas para a confraternização realizada na residência dos suspeitos. 

“A discussão começou, praticamente, pela negativa da vítima de participar da contribuição do que estava sendo gasto ali. O que acabou, além da discussão, partindo para a agressão e no homicídio”.

Explicou Abreu. 
Polícia Civil prendeu pai e filhos suspeitos de cometerem o crime (Foto: Reprodução/ RIC Record TV)

Conforme a polícia, pai e filhos teriam espancado a vítima e, depois, colocaram ela dentro de um carro e atearam fogo. A equipe policial acredita que o homem teria recobrado a consciência dentro do veículo e pediu ajuda para outras seis pessoas que estavam na confraternização, mas não foi atendido. O pedreiro morreu carbonizado e sua identidade só foi descoberta após um exame de DNA. 

Os suspeitos foram presos em cumprimento a um mandado de prisão temporária de 30 dias expedido pela Justiça e respondem por homicídio qualificado, motivo torpe e emprego de fogo. Se condenados, as penas de cada um podem chegar a 30 anos de reclusão. 

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