Segurança

Operação Caixa Forte cumpre mandados em Maringá e Paranavaí

Em Paranavaí serão cumpridos dois mandados de prisão e dois de busca e apreensão

Gabriel
Gabriel Trevisan
Operação Caixa Forte cumpre mandados em Maringá e Paranavaí
Foto: Divulgação PF

31 de agosto de 2020 - 14:10 - Atualizado em 31 de agosto de 2020 - 14:12

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta segunda-feira (31), juntamente com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), a Operação Caixa Forte. O objetivo da operação é investigar o tráfico de drogas e lavagens de dinheiro praticados por uma facção criminosa com atuação em todo território nacional. Mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos em Maringá e Paranavaí.

A operação também executou mandados em Londrina e outras quatro cidades da região. Em Paranavaí serão cumpridos dois mandados de prisão e dois de busca e apreensão.

Operação Caixa Forte no Paraná

No Paraná, 101 mandados de prisão e 72 de busca e apreensão acontecem em todo o estado. Segundo a PF, alguns mandados também estão sendo cumpridos contra 32 presos em quatro penitenciárias do estado.

No Brasil são 20 estados envolvidos com o cumprimento de mais de 600 mandados, sendo 422 mandados de prisão preventiva e 201 mandados de busca e apreensão. Também foi ordenado o bloqueio judicial de R$ 252 milhões em contas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Sobre a Operação Caixa Forte

A operação deflagrada na manhã desta segunda-feira (31) é a segundo fase de uma operação que já aconteceu em 2019 em todo o país. Na primeira fase foi identificado um setor especializado em lavagem de dinheiro proveniente do tráfico. Da lavagem do dinheiro investigado na primeira parte da operação, a PF identificou que parte era destinada a pagar contas de um setor de recompensas.

As recompensas, ou ajudas, eram pagas a traficantes que ocuparam cargos importantes na organização criminosa ou executado missões determinadas pelos líderes como, por exemplo, execuções de servidores públicos.

Para garantir o recebimento do “auxílio”, os integrantes do grupo indicavam contas de terceiros não pertencentes à facção para que os valores, proveniente de atividades ilícitas, ficassem ocultos.

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