Segurança

Namorado assume que dirigia a BMW no acidente que matou bancária

Em um novo depoimento, Lexsandro acabou mudando a versão. Desta vez, o namorado confirma que era ele que dirigia o veículo

Guilherme
Guilherme Barchik Com informações de Nader Khalil da RIC Rercord TV
Namorado assume que dirigia a BMW no acidente que matou bancária
(Foto: Paulo Fischer / RIC Record TV)

17 de fevereiro de 2021 - 10:11 - Atualizado em 17 de fevereiro de 2021 - 10:11

No dia 10 de fevereiro um grave acidente em Curitiba acabou vitimando a gerente bancária Morgana Truber, de 38 anos. Na época, o noivo Lexsandro da Silva Soares, contou aos policiais que quem dirigia o veículo era a noiva, que ela estaria dirigido em aproximadamente 100 km/h e que teria trocado de faixa repentinamente, causando o acidente.

Em um novo depoimento, Lexsandro acabou mudando a versão. Desta vez, o namorado confirma que era ele que dirigia o veículo.

Segundo a reportagem da RIC Record TV, alguns fatores levaram Lexsandro a mudar a versão do acidente: primeiro pelas marcas do cinto de segurança deixadas no corpo de Morgana, indicando que ela não dirigia o veículo, segundo pela localização do corpo da vítima que estava no banco do passageiro. E terceiro, a distância do banco do motorista do volante, o que indicava que quem dirigia o carro era uma pessoa mais alta.

“Depois de analisar todos esses indícios, em entrevista com Lexsandro, colocamos como uma condição para a causa, que ele falasse a verdade. Vamos aguardar a conclusão do inquérito policial para que possamos postular perante o poder judiciário as medidas de revogação de prisão.”

André Romero, advogado de defesa de Lexsandro

O advogado de defesa, André Romero, contou sobre a certeza da condenação de Lexsandro e da reação do acusado ao prestar depoimento.

“Ontem ele chorou copiosamente ao prestar seu depoimento, chorando a perda de um ente querido. Ela vai ser condenado, o que nós temos que estabelecer agora é se ele vai ser condenado por um crime de homicídio culposo ou crime de homicídio doloso.”

Contou André Romero

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