Segurança

Golpe Imobiliário: PCPR cumpre mandados contra grupo criminoso que causou prejuízo de R$ 2,5 milhões

Investigação recebeu denúncia de oito vítimas, mas expectativa é que pelo menos 30 pessoas tenham caído no golpe; prejuízo pode chegar a R$ 6 milhões

Guilherme
Guilherme Becker / Editor com informações da PCPR
Golpe Imobiliário: PCPR cumpre mandados contra grupo criminoso que causou prejuízo de R$ 2,5 milhões
(Foto: Divulgação/ PCPR)

7 de junho de 2021 - 07:45 - Atualizado em 7 de junho de 2021 - 14:40

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas na manhã desta segunda-feira (7) para cumprir oito mandados judiciais contra um grupo criminoso. O alvo das investigações é uma associação suspeita de aplicar golpes imobiliários. Oito vítimas já foram identificadas e o prejuízo até o momento é de R$ 2,5 milhões.

Segundo o delegado da Polícia Civil, Silas Roque, quatro suspeitos foram presos e vão responder por organização criminosa e estelionato. Além disso, foi encontrada uma arma de fogo sem registro com um dos investigados, que também vai responder pela posse irregular do armamento.

Golpe Imobiliário

De acordo com a investigação, o grupo usava uma empresa de fachada, chamada Incorporadora Hamasaki, para venda de imóveis na planta, construções ou reformas de casas. A maioria dos empreendimentos nunca foi nem iniciada. Os que tiveram início não foram finalizados. Além de retirar o máximo de dinheiro das vítimas, o grupo criminoso não dava retorno nenhum sobre os empreendimentos.

Algumas das vítimas já identificadas haviam contratado serviços com obras que deveriam ter sido entregues há um ano, pagando valores expressivos.

(Foto: Divulgação/ PCPR)

Ao todo são quatro mandados de prisão e quatro de busca e apreensão. As ordens judiciais estão sendo cumpridas em Curitiba, nos bairros Centro Cívico, Seminário e Uberaba, além de Fazenda Rio Grande, na região metropolitana.

Durante as investigações, foram identificadas e ouvidas oito vítimas. O prejuízo verificado até o momento é de R$ 2,5 milhões. A PCPR estima que há, ao menos, 30 vítimas e o prejuízo total causado pela organização criminosa é de mais de R$ 6 milhões

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