Segurança

Feminicídio em Colombo: homem mata mulher enforcada após festa

De acordo com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), o feminicídio em Colombo aconteceu logo depois de uma festa

Renata
Renata Nicolli Nasrala / Editora
Feminicídio em Colombo: homem mata mulher enforcada após festa
Foto: vídeo reprodução/colaboração Josinel dos Santos

26 de julho de 2020 - 13:45 - Atualizado em 26 de julho de 2020 - 13:45

Na madrugada deste domingo (29), um feminicídio em Colombo, na região metropolitana de Curitiba, vitimou a diarista Márcia Aparecida Cardoso, de 39 anos.

De acordo com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), o feminicídio em Colombo aconteceu logo depois de uma festa na rua Renaldo Rebinski, na Vila Zumbi dos Palmares. No local, Márcia foi sufocada até a morte em sua cama por Cleber Rodrigues Pedroso, de 30 anos.

Feminicídio em Colombo: homem confessou o crime

Logo depois de cometer o crime, Cleber Rodrigues Pedroso foi até o batalhão de polícia e afirmou que teria brigado com a mulher. Em seguida, o homem teria confessado aos policiais que havia matado Márcia enforcada, pois estava sob efeito de álcool.

Além disso, a polícia afirmou que os filhos da vítima estavam dormindo em um quarto ao lado no momento em que a mãe foi morta.

Em entrevista, um dos filhos da diarista afirmou que Márcia e Cleber já haviam se relacionado no passado, mas estavam juntos novamente há aproximadamente três meses.

“Tem alguma coisa que substitui uma mãe? Não tem né cara. Agora eu penso em mim e no meu irmão, no meu vô e na minha vó. (…). Muito difícil, essa dor aqui não dá pra…”

Além disso, o filho Eduardo afirmou que na confraternização a mãe e o namorado estavam bem.

“Parecia um casal recente. Estavam se abraçando, se beijando. Não sei o que aconteceu, não sei o que passa na cabeça de um cara fazer isso. Uma mãe de família (…), daí o cara vem e tirou tudo que nós tínhamos”, disse o filho da vítima.

Vídeo: colaboração Josinel dos Santos

Agora, o homem continua preso à disposição da justiça, e o corpo de Márcia foi recolhido ao Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba.

O crime segue sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã.