Segurança

Estado de saúde de jovem que trabalha com criptomoedas é gravíssimo

Pelo menos cinco disparos atingiram o rapaz de 24 anos

Guilherme
Guilherme Becker / Editor com informações da RIC Record TV Curitiba
Estado de saúde de jovem que trabalha com criptomoedas é gravíssimo
Carro da vítima ficou com as marcas dos tiros (FOTO: REPRODUÇÃO/ REDES SOCIAIS)

7 de abril de 2021 - 12:17 - Atualizado em 7 de abril de 2021 - 12:17

Um jovem, de 24 anos, que trabalha com criptomoedas, foi seguido na noite desta terça-feira (6) após sair do trabalho no bairro Campina do Siqueira, em Curitiba. Já próximo ao terminal do Campo Comprido, Guilherme Grabarski foi surpreendido por atiradores que estavam em um veículo Toyota Etios.

A vítima tentou fugir e seguiu pela rua Pedro Viriato Parigot de Souza, entretanto, os atiradores foram atrás e perto do cruzamento com a rua João Falarz dispararam mais uma rajada de tiros. De acordo com testemunhas, foram mais de 10 disparos.

Apesar da gravidade dos ferimentos, Guilherme foi socorrido e encaminhado para o Hospital Evangélico Mackenzie. Durante a madrugada o rapaz foi submetido a uma cirurgia e nesta manhã, o boletim médico atualizou que o jovem está em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Pelo menos cinco disparos atingiram Guilherme, sendo que um deles foi na região da cabeça. 

Investigação

O delegado Tito Barichello esteve no local do crime e já iniciou as investigações. De acordo com o representante da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), existem duas linhas de investigação, a princípio.

“É cedo ainda para tratarmos disso, mas a questão envolvendo a criptomoeda, envolvendo outras questões financeiras é uma linha de investigação que começa agora”,

comentou Barichello, a outra suspeita seria assalto.

Na manhã desta quarta-feira (7), membros da DHPP tiveram acesso ao celular e computador da vítima. A investigação busca identificar digitais do local do crime para localizar os suspeitos.

Após os disparos, os atiradores entraram em uma rua sem saída, o que pode indicar que os suspeitos não conheciam a região. Os indivíduos fugiram a pé. O carro utilizado no crime tinha alerta de furto há 15 dias e estava com placas clonadas.

A principal suspeita é que seja um crime encomendado.

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