Segurança

Homem chega em casa do trabalho, encontra bebedeira e acaba morto; companheira é suspeita

Crime aconteceu em Cerro Azul, na Região Metropolitana de Curitiba

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações da RIC Record TV Curitiba
Homem chega em casa do trabalho, encontra bebedeira e acaba morto; companheira é suspeita
José não resistiu as facadas (FOTO: ARQUIVO PESSOAL)

26 de maio de 2021 - 11:52 - Atualizado em 26 de maio de 2021 - 11:52

Um homem, de aproximadamente 50 anos, identificado como José, foi morto com golpes de faca na cidade de Cerro Azul, na Região Metropolitana de Curitiba. O crime aconteceu na última sexta-feira (21), logo após a vítima chegar em casa do trabalho. De acordo com o delegado Bradock, a companheira do homem é a principal suspeita e ela ainda não foi localizada.

O delegado que acompanha as investigações comentou que o inquérito está próximo do fim, pois a principal suspeita já foi identificada. Bradock revelou que no dia do crime, José chegou em casa e encontrou Aparecida com outras pessoas na residência ingerindo bebidas alcoólicas.

“Aparecida Vieira, de 59 anos, discutiu com seu convivente, José, mais ou menos da mesma idade, e houve um interveio. A discussão se deu porque o José voltou do serviço e encontrou uma bebedeira em sua casa”,

contou o delegado.

Quando foi até o quarto da enteada, José ainda encontrou a adolescente de 13 anos acompanhada de dois homens. Indignado com a cena, José cobrou Aparecida, que logo revidou com golpes de faca. A vítima foi atingida na região da barriga, correu para os fundos do terreno, mas foi golpeado novamente.

Logo após o crime a mulher fugiu. Confira o depoimento do delegado:

Suspeita pede socorro

Em um áudio compartilhado em um aplicativo de mensagem, a suspeita aparece pedindo ajuda para uma amiga, “eu preciso de socorro”. Durante os últimos dias a Polícia Civil fez buscas pela região, mas Aparecida não foi encontrada.

Os familiares da vítima lamentaram a tragédia e pedem por Justiça.

“Meu irmão sempre foi uma pessoa muito humilde, muito simples, sempre viveu no sítio, nunca fez mal para ninguém, até acabar se envolvendo com essa pessoa. Tudo que a gente quer é que seja feita justiça, que ela seja encontrada. Ele não merecia ter sido morto”,

contou Cleuneia Prodossimo, irmã de José.

A polícia segue investigando o caso.

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