Segurança

Corpos de família morta em acidente de avião no Paraná continuam no IML; investigação começa hoje

Uma equipe do 5º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 5) começa as investigações sobre o acidente com o avião monomotor Cessna 177B, que matou quatro pessoas da mesma família no Paraná

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais
Corpos de família morta em acidente de avião no Paraná continuam no IML; investigação começa hoje
(Foto: Reprodução)

30 de dezembro de 2020 - 09:27 - Atualizado em 30 de dezembro de 2020 - 09:27

Os corpos do empresário Valdecy Cruzeiro; da esposa, Luciana Brito Cruzeiro; e das filhas Beatriz Brito Cruzeiro, 23 anos e Júlia Brito Cruzeiro, 18 anos, vítimas de um acidente aéreo nesta terça-feira (29), continuam no Instituto Médico Legal de Guarapuava, no centro-sul do Paraná.

Todos os ocupantes da aeronave eram moradores de Goioerê, no interior do Paraná, e morreram no local. O avião que caiu tinha como destino Guaratuba, no Litoral do estado, onde a família iria passar o réveillon.

Uma equipe do 5º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 5) começa nesta quarta-feira (30), as investigações sobre o acidente com o avião monomotor Cessna 177B, que aconteceu no Rio Macaco, na divisa entre Roncador e Mato Rico, na comunidade rural de Bela Vista, no Paraná. A principal suspeita é que as fortes chuvas na região tenham provocado o acidente.

Segundo o coordenador do Seripa 5, tenente-coronel Carlos Henrique Baldin, uma equipe partiu de Porto Alegre em direção a Roncador. “Vamos iniciar uma fase técnica, preliminar, com coleta de dados, levantamento de informações para descobrirmos quais foram as causas do acidente”, comentou.

O empresário era dono da loja Materiais Cruzeiro, de materiais de construções. Conforme o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), o avião estava em situação normal para voos.

Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal de Roncador, Sidnei Augusto, o local é de difícil acesso (até as 16 horas ainda havia uma equipe atuando na região) e houve muitas dificuldades para o resgate das vítimas, que contou com apoio da Polícia Militar de Laranjal. “Ainda estamos com uma equipe na região, além do local ser de difícil acesso, chovia muito no horário do acidente”, comentou.

Conforme o relato de testemunhas à imprensa local, o avião chegou a ficar partido com parte dele no mato e outra no leito do rio. Antes do avião decolar, uma das filhas postou uma foto com parte da família e um cachorro dentro da aeronave.

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