Segurança

Corpo encontrado em rio pode ser de estudante desaparecida há 11 dias

O cadáver foi encontrado por pescadores e foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para ser identificado oficialmente

Daniela
Daniela Borsuk com informações do repórter Nader Khalil, da RIC Record TV Curitiba
Corpo encontrado em rio pode ser de estudante desaparecida há 11 dias
(Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

10 de junho de 2021 - 12:11 - Atualizado em 10 de junho de 2021 - 14:34

O corpo de Rebeca Cristiny Damasceno, a estudante de psicologia que estava desaparecida desde o dia 30 de maio, pode ter sido localizado nesta quinta-feira (10), no Rio da Várzea, próximo à rodovia PR-427, que dá acesso de Campo do Tenente para a Lapa.

O cadáver foi encontrado por pescadores no final da manhã e será levado para o Instituto Médico Legal (IML) para ser identificado oficialmente. O corpo estava em estado de decomposição. Um amigo da jovem reconheceu as roupas de Rebeca, as mesmas que ela usava no momento em que foi arrastada do bar em que estava e colocada dentro de um carro. Depois disso, a estudante não foi mais vista.

O principal suspeito de ter matado Rebeca e desovado o corpo no rio é Edson Júnior Matege, ex-cunhado da estudante. A família da jovem acredita que o motivo da violência tenha sido por vingança.

De acordo com a entrevista de uma testemunha, que conversou com a equipe de reportagem da RIC Record TV Curitiba, os suspeitos podem ter amarrado uma barra de ferro no pescoço de Rebeca para que o corpo não boiasse no rio.

Atualização

A equipe de reportagem da RIC Record TV Curitiba foi quem recebeu a informação de pescadores de que havia um corpo no rio. Com isso, o repórter Nader Khalil avisou a polícia e entrou na mata, junto com os policiais militares, para ir até o local indicado pelos pescadores.

Veja como foi o momento:

Família confirma

A irmã e a mãe de Rebeca foram até o local onde o corpo foi encontrado. A irmã da jovem reconheceu que se trata da estudante. A mãe, muito abalada, preferiu não olhar o corpo no rio e afirmou que ainda tinha esperanças de que a filha estivesse viva.

“Eu tinha sempre uma luzinha lá na frente de que eu ia encontrar ela, machucada, mas viva, com vida. Isso daí [a morte de Rebeca] é uma dor imensa que eu não sei como é que eu estou suportando”.

Disse a mãe.

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