Notícias

Caso Muggiati: Raphael Suss pode atuar como médico no Paraná

Raphael Suss Marques é acusado de matar a namorada Renata Muggiati, no Centro de Curitiba; ele vai atuar como médico voluntário em penitenciárias do Paraná

Gabriel
Gabriel Azevedo com informações de assessoria e RIC Record TV, Curitiba
Caso Muggiati: Raphael Suss pode atuar como médico no Paraná
(Foto: Reprodução/Rede Social)

24 de janeiro de 2020 - 00:00 - Atualizado em 24 de janeiro de 2020 - 00:00

O médico Raphael Suss Marques, acusado de matar a namorada fisiculturista Renata Muggiati, no Centro de Curitiba, no dia 12 de setembro de 2015, foi autorizado a atuar como médico voluntário no Complexo Médico-Penal (CMP) de Pinhais e na Penitenciária Estadual de Piraquara, ambas na Região Metropolitana de Curitiba.

Réu por homicídio qualificado. Em outubro de 2019, a juíza Taís de Paula Schier, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Curitiba, determinou que Raphael Marques vá a júri popular.

O pedido para que Raphael Marques possa prestar serviços médicos partiu do diretor do CMP, Samuel José da Silva Moreira, e autorizado pelo Departamento Penitenciário do Paraná (Depen). A solicitação afirma que “existe uma enorme demanda para atendimentos médicos a serem realizados” no presídio.

Crime

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) defende a tese de que Renata Muggiati foi jogada do 31.° andar de um prédio no Centro de Curitiba por Raphael Suss Marques.

No primeiro depoimento, o médico teria dito a polícia que a jovem se matou. O primeiro laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a fisioculturista teria sido asfixiada antes da queda e Marques chegou a ser preso. Porém, um segundo laudo mostrou que não havia asfixia, e o acusado foi solto pela Justiça.

O MP-PR então questionou os exames e uma exumação do corpo foi feita, confirmando que Renata Muggiati já estava morta ao cair do prédio.