Segurança

Acusado de matar youtuber Isabelly não tem julgamento marcado

Everton foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe

Carol
Carol Machado / Estagiária da equipe de estágio sob supervisão de Guilherme Becker
Acusado de matar youtuber Isabelly não tem julgamento marcado
Foto: Reprodução/Facebook.

27 de janeiro de 2021 - 11:18 - Atualizado em 27 de janeiro de 2021 - 12:24

Devido a pandemia de covid-19, a Justiça do Paraná não marcou a data do julgamento do acusado de matar a youtuber Isabelly Cristiane Santos, em Pontal do Paraná, no litoral do estado.

A justificativa do juiz Amin Abil Russ Neto é de que falta estrutura adequada para realizar o julgamento. De acordo Amin, o local onde são feitos os julgamentos não está dentro das normas sanitárias da pandemia.

O juiz usou como argumento que a sala é pequena, o que poderia colocar os envolvidos em risco de contaminação do novo coronavírus. E que, a justiça já converteu a prisão preventiva de Everton Vargas, acusado de matar a jovem, em prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica.

Caso Isabelly Cristiane Santos

De acordo com a Polícia Civil, Isabelly foi alvejada por um tiro acima do olho esquerdo, na amdruigada de 14 de fevereiro de 2018. No momento do disparo, a jovem estava no banco de trás de um carro, ao lado da mãe. Os bancos da frente do veículo eram ocupados por um amigo e o pai do amigo.

O motorista afirmou que foi fechado por um carro momentos antes do crime, e que logo após a fechada, o carro parou a cerca de 60 metros. E um dos ocupantes do veículo, atirou três vezes contra o carro. A youtuber de apenas 14 anos foi socorrida, mas morreu no mesmo dia.

Everton e Cleverson Vargas, em depoimento na época afirmaram que foram ameaçados e agiram por defesa. Ambos se tornaram réus no processo em 2018.

Everton foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe e também por porte ilegal de arma de fogo e munição. Everton irá a júri popular, mas não há data prevista para o julgamento.

Cleverson Vargas, que era o motorista do veículo, também havia sido denunciado por homicídio qualificado, porém como participe, e também por embriaguez ao volante. Contudo, em 2019, a Justiça decidiu que ele não deveria responder pelo crime de homicídio.

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