Segurança

80 presos são transferidos para nova penitenciária de Campo Mourão

De Barbosa Ferraz e Paraíso do Norte para Campo Mourão, 80 presos são transferidos após desativação de cadeias públicas

Wilame
Wilame Prado / Repórter
80 presos são transferidos para nova penitenciária de Campo Mourão
Operação com forças de segurança para transferência de detentos na região Noroeste. (FOTO: Depen)

4 de maio de 2021 - 13:20 - Atualizado em 4 de maio de 2021 - 13:20

O Departamento Penitenciário (Depen) concluiu, nesta terça-feira (4), a transferência de todos os presos das Cadeias Públicas de Paraíso do Norte e Barbosa Ferraz, que agora serão desativadas. A operação de hoje mobilizou forças de segurança para a devida transferência dos detentos para uma nova penitenciária que foi instalada em Campo Mourão, na região Noroeste do Estado.

A medida desafoga as atribuições da Polícia Civil relacionadas à carceragem, possibilitando melhor direcionamento às funções relacionadas às investigações policiais e devido atendimento à população.

O coordenador regional de Maringá e Cruzeiro do Oeste do Depen, Luciano Brito, afirma que essa logística trará mais segurança às delegacias locais.

“As delegacias deixam de ter presos ali nas carceragens. Isso melhora a segurança pública porque os policiais civis vão ser desonerados da função de custódia de presos na delegacia”, comenta.

As medidas fazem parte do planejamento estratégico da Secretaria de Estado da Seguranca Pública em desativar carceragens em delegacias e a implantação de presos no Sistema Penitenciário.

Ao todo, foram deslocados 80 presos após um grande esquema de segurança, com apoio de agentes do Setor de Operações Especiais de Maringá e apoio de policiais civis da 8ª SDP de Paraíso do Norte e SDP de Cianorte.

Penitenciária em Campo Mourão

A medida foi possível com a inauguração da nova unidade do Depen na cidade de Campo Mourão, Cadeia Pública de Campo Mourão II, que foi inaugurada em dezembro do ano passado, o que ampliou em 382 vagas o Sistema Penitenciário, num investimento total de R$ 12,3 milhões.

“A implantação de unidades novas viabiliza que haja melhor aplicação dos efetivos, elevando os níveis de seguranca na custódia e contribuem para uma melhor execução penal, a gestão e efetividade em programas de ressocialização”, defende Brito.

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