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Segurança de supermercado tem fiança arbitrada em R$ 10 mil, não paga e permanece preso

A Polícia Civil ouviu os envolvidos na confusão em supermercado de Aracuária, na Região Metropolitana de Curitiba, que terminou na morte de uma funcionária

Gabriel
Gabriel Azevedo com informações da reportagem RIC Record TV, Curitiba
Segurança de supermercado tem fiança arbitrada em R$ 10 mil, não paga e permanece preso
(Foto: Reprodução)

29 de abril de 2020 - 00:00 - Atualizado em 29 de abril de 2020 - 00:00

Os dois homens envolvidos na briga em um supermercado em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, que terminou na morte da funcionária Sandra Ribeiro, 45 anos, permanecem presos na Delegacia da Polícia Civil da cidade.
Sandra Ribeiro foi sepultada na tarde desta quarta-feira (29).
Hoje, a Polícia Civil ouviu os dois envolvidos Wilhan Soares, de 28 anos, que trabalhava como vigilante no hipermercado, e o empresário Danir Garbossa, de 58 anos, que tentou acessar o local sem máscara facial, que tem uso previso por lei.
O empresário ficou em silêncio e disse que só vai responder em juízo. Ele foi autuado por perturbação a organização de trabalho, duas lesões corporais e violação a determinação do poder público pra evitar doenças contagiosas. A defesa dele diz que vai ingressas com um pedido de habeas corpus na Justiça.

Fiança para o segurança

O vigilante Wilhan Soares, autuado por homicídio culposo, teve a fiança arbitrada em R$ 10 mil pelo delegado Tiago Wladyka, que conduz o inquérito. No depoimento, o vigilante disse que agiu em legítima defesa. Segundo a Polícia Civil, a arma usada pelo segurança pertence a empresa onde Soares trabalha e está em situação regular.
Até o fim da tarde de hoje, o segurança permanecia preso. Nenhum depósito havia sido feito por ele ou pela empresa onde trabalha. A defesa do vigilante diz que vai entrar com uma petição na Justiça para que ele não precise pagar nada para ser liberado.

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