Coronavírus

The Guardian descobre a farsa contra estudo que condena a cloroquina e a Hodroxicloroquina

 The Guardian publicou uma matéria que apresentava provas que os dados dos estudos utilizados para condenar a utilização de Cloroquina e Hidroxicloroquina eram falsos e OMS ,as revistas internacionais  de Medicina “ The Lancelot” e “New England Journal of Medicine” ficam com a cara no chão.

Régis
Régis Rothfilber
The Guardian descobre a farsa contra estudo que condena a cloroquina e a Hodroxicloroquina

12 de agosto de 2020 - 10:30 - Atualizado em 12 de agosto de 2020 - 16:15

Em maio de 2020 o conceituado jornal Britânico The Guardian publicou uma matéria que apresentava provas que os dados dos estudos utilizados para condenar a utilização de Cloroquina e Hidroxicloroquina em artigo publicado também em maio de 2020 nas conceituadas revistas internacionais  de Medicina “ The Lancelot” e “New England Journal of Medicine” eram falsos. Sim meus caros leitores os dados eram falsos. Para sustentar minha afirmação começo dizendo que a própria revista “ The Lancelot” pediu retratação pública dos cientistas e da empresa de pesquisa que repassaram falsos estudos sobre a eficácia da hidroxicloroquina e a Cloroquina no período inicial de tratamento aos doentes de Coronavírus 19. Não que esse seja um procedimento padrão para todos os pacientes, porém condenar essa prática está muito mais voltado a interesses políticos e farmacêuticos do que a seriedade e comprometimento com a saúde das pessoas. Sendo assim vamos aos fatos apresentados pelo The Guardian e que fizeram a The Lancelot, o “New England Journal of Medicine”e a OMS pedirem desculpas a comunidade internacional e recomendar que continuem os estudos com a Cloroquina e a Hidroxicloroquina.

  O estudo que condenava o uso da Cloroquina e a Hidroxicloroquina como alternativa para alguns pacientes com Coronavírus 19 em fase inicial foi redigido por quatro médicos : Os três autores são Mandeep Mehra, do Hospital Brigham de Boston, nos Estados Unidos, Frank Ruschitzka, do Hospital Universitário de Zurique, na Suíça, e Amit Patel, da Universidade de Utah, também nos Estados Unidos. O quarto autor é Sapan Desai, o presidente da Surgi Sphere. Ele não quis comentar o caso. Só para esclarecer aos leitores, a SurgirSphere é uma empresa norte-americana de análise da saúde criada em 2008 por Sapan Desai. Originalmente uma empresa de marketing de livros didáticos, ela foi investigada em maio de 2020, depois de fornecer dados para pesquisas médicas. O interessante que essa empresa que deveria ser um centro de pesquisa com todo um protocolo de coletas de dados contando com inúmeros funcionários sendo que a maioria deles profissionais de saúde e profissionais de BI e com uma grande sede na verdade fica dentro de uma casa na cidade norte-americana de Palatine, Illinois e tinham 11 funcionários. Digo tinha porque depois da matéria investigativa do jornal The Guardian caíram para três.  Entre os renomados profissionais de ciência e tecnologia temos uma atriz pornô, uma assistente de produção de eventos  e um autor de contos de ficção científica. Talvez o coordenador responsável pelas análises de dados se acha qualificado para fornecer material de pesquisas científicas já que escreve contos de ficção científica e ciência é ciência fictícia ou real. Ou talvez os progressistas e os laboratórios interessados em controlar a venda de medicamentos para tratar o estágio inicial da doença estejam querendo eliminar as chances da concorrência apresentar uma alternativa e estragar as táticas de controlar o mercado farmacêutico para o Coronavírus 19. E se a gente fuçar bem pode ter certeza que acharemos doações das empresas farmacêuticas envolvidas nesse golpe de quinta categoria da esquerda. Aliás parece até aquele caso que o prefeito de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul que na propaganda da campanha de reeleição ex-presidente Dilma se apresentava como um pequeno agricultor que a candidata conversava para entender o que o homem do campo precisava. A mesma coisa aconteceu só que agora com um vereador de uma cidade do interior que também vez o papel de homem humilde do campo que conversava com a presidente. Claro que eram todas do mesmo partido. No caso envolvendo os cientistas, a SurgirSphere, as revistas médicas “The Lancet” e “New England Journal of Medicine” é no mesmo estilo de lambança que no que mexem logo a verdade vem à tona. 

 o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus,indicado ao cargo pelo presidente da China, anunciou a retomada dos estudos clínicos sobre a hidroxicloroquina e a Cloroquina. Na semana passada, Ghebreyesus tinha bloqueado o mega-teste chamado”Solidariedade”, dedicado aos estudos sobre hidroxicloroquina. Na minha opinião foi uma declaração da OMS orientando a retomada dos estudos com as substâncias em questão foi mais um procedimento de satisfação a sociedade do que espanto. Não tiveram saída. 

Agora imaginem os danos colaterais que essa farsa podem ter causados. Quantas pessoas poderiam ter sido salvas? Quantas pessoas precisam morrer para que parem de tratar a pandemia como um negócio e uma forma de políticos chegarem ao poder? E porque vários grupos de comunicação brasileiros não tomam vergonha na cara e fazem jornalismo de verdade ou invés de pensar nas gordas verbas que o PT pode proporcionar caso voltem ao poder? Será que ao invés de deturpar a verdade, divulgarem pesquisas comprovadamente falsas e contarem cadáveres não seria melhor cumprir com o compromisso de trazer questões importantes a serem pautas de matérias de jornais pelo bem da sociedade?

 E você sabendo disso tudo, o que acha que seria pertinente fazer ?