Saúde

Paraná registra três novas mortes por dengue; boletim aponta total de 32 óbitos

O período epidemiológico, que teve início em agosto do ano passado, soma agora 25.802 casos e 32 mortes confirmadas no Estado

Daniela
Daniela Borsuk com informações da Agência Estadual de Notícias
Paraná registra três novas mortes por dengue; boletim aponta total de 32 óbitos
(Foto: Ilustração/ Pixabay)

6 de julho de 2021 - 15:36 - Atualizado em 6 de julho de 2021 - 15:36

O Informe Semanal da Dengue, publicado nesta terça-feira (6) pela Secretaria de Estado da Saúde, aponta 679 novos casos e três óbitos provocados pela doença. O período epidemiológico, que teve início em agosto do ano passado, soma agora 25.802 casos e 32 mortes confirmadas no Estado.

Dois óbitos divulgados nesta semana são de residentes no município de Paranaguá (Litoral): uma mulher de 78 anos e um homem de 75. A terceira morte tem como município de residência a cidade de Ibiporã (Norte) e trata-se de um homem de 45 anos. As três pessoas que morreram sofriam de hipertensão arterial sistêmica.

Dos 399 municípios paranaenses, 286 registram casos confirmados de dengue e 360 apresentam notificações.

No Informe desta terça, 17 municípios registram casos de dengue grave: Foz do Iguaçu soma 11; Paranaguá e Londrina, 4 cada; Umuarama, Maringá e Cambé, 2 cada; e 1 caso em Morretes, Castro, Marmeleiro, Roncador, Santo Antônio do Caiuá, Marialva, Ourizona, Assaí, Ibiporã, Jataizinho e Cornélio Procópio.

A dengue é uma doença que pode evoluir para forma mais grave e provocar a morte. Os sintomas iniciais são febre alta, dores musculares intensa, dor nos olhos, mal-estar, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo; quando os sintomas se agravam podem surgir dores abdominais, vômitos persistentes e sangramento de mucosas.

“A melhor forma de prevenção contra a dengue é com a remoção dos focos do mosquito transmissor. O Aedes aegypti forma seus criadouros e se prolifera em locais e recipientes que acumulam água parada. Por isso é fundamental a eliminação destes pontos”.

afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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