Saúde

Curitiba abre vacina contra a gripe para doentes crônicos

Doentes crônicos que já receberam ou irão receber a dose contra a covid-19 devem ficar atentos ao intervalo de 15 dias entre as vacinas

Daniela
Daniela Borsuk com informações da Prefeitura de Curitiba
Curitiba abre vacina contra a gripe para doentes crônicos
(Foto: Daniel Castellano / SMCS)

1 de junho de 2021 - 16:34 - Atualizado em 1 de junho de 2021 - 16:34

Curitiba ampliará a campanha da vacinação contra a gripe para o grupo de doentes crônicos. A partir desta quarta-feira (2), podem se vacinar pessoas com doenças crônicas respiratórias, cardíacas, hepáticas e neurológicas, obesos, pessoas com trissomias, diabetes, doença renal crônica, transplantados e imunossuprimidos (lista completa abaixo).

A Campanha de Vacinação contra a Gripe também está aberta para professores, gestantes, puérpera e crianças de seis meses a seis anos incompletos. Todos podem procurar uma das 54 unidades básicas de saúde abertas para atendimento ao público (lista abaixo). 

A Secretaria Municipal da Saúde alerta que doentes crônicos que já receberam ou irão receber a dose contra a covid-19 devem ficar atentas ao intervalo de 15 dias entre as vacinas necessário para imunização.

“Dentro desses grupos de doentes cônicos tem as comorbidades elegíveis para imunização de covid que estão sendo vacinadas nesse período, então fica o alerta para prestarem atenção ao prazo de 15 dias entre uma vacina e outra”.

explica Alcides de Oliveira, diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba.

Para receber a vacina contra a gripe, os doentes crônicos devem levar um documento de identificação mais a receita de medicação para o tratamento da doença ou uma declaração do médico.

Quem deste grupo de doentes crônicos já tomou a vacina contra a covid-19 há mais de 15 dias, pode levar a mesma declaração médica para se vacinar contra a gripe.

Unidades de Saúde abertas para vacina da gripe (PDF)

Doenças crônicas

Doença respiratória crônica
Asma em uso de corticoide inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC); Bronquiectasia;
Fibrose Cística;
Doenças Intersticiais do pulmão;
Displasia broncopulmonar;
Hipertensão Arterial Pulmonar;
Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.

Doença cardíaca crônica
Doença cardíaca congênita;
Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade;
Doença cardíaca isquêmica;
Insuficiência cardíaca.

Doença renal crônica
Doença renal nos estágios 3,4 e 5;
Síndrome nefrótica;
Paciente em diálise.

Doença hepática crônica
Atresia biliar;
Hepatites crônicas;
Cirrose.

Doença neurológica crônica
Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: Acidente Vascular Cerebral, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares;
Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.

Diabetes
Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos

Imunossupressão
Imunodeficiência congênita ou adquirida
Imunossupressão por doenças ou medicamentos

Obesos
Obesidade grau III.

Transplantados
Órgãos sólidos;
Medula óssea.

Pessoas com trissomias
Síndrome de Down, Síndrome de Klinefelter, Síndrome de Warkany, dentre outras trissomias.

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