Coronavírus

Vereadora pede vacina Sputnik para conter casos de covid-19 em Maringá

Vacina Sputnik foi liberada pela Anvisa na sexta-feira (4) e vereadora Professora Ana Lúcia pergunta se prefeito municipal vai comprar o imunizante

Wilame
Wilame Prado / Repórter
Vereadora pede vacina Sputnik para conter casos de covid-19 em Maringá
Vereadora Professora Ana Lúcia durante sessão na Câmara de Maringá. (FOTO: Marquinhos Oliveira / Câmara de Maringá)

5 de junho de 2021 - 12:52 - Atualizado em 5 de junho de 2021 - 12:59

Após aprovação da importação temporária e excepcional da vacina contra covid-19 Sputnik pela Anvisa, na sexta-feira (4), uma vereadora de Maringá questionou o prefeito nas redes sociais perguntando se a Prefeitura de Maringá pensa em comprar a vacina russa que serve de imunizante contra a covid-19.

Pelo Twitter, a vereadora Professora Ana Lúcia se manifestou sobre o assunto às 20 horas de sexta-feira (4), com o seguinte twett: “Prefeito Ulisses Maia. E agora? A ANVISA liberou a Sputnik V. Vai conseguir comprar pra Maringá?”

Tweet da vereadora Professora Ana Lúcia pedindo a vacina russa. (FOTO: Twitter)

Nos comentários, maringaenses marcaram o prefeito de Maringá, Ulisses Maia, e demonstraram apoio à possível chegada da vacina russa com intuito de conter os casos de covid-19 na cidade.

“Maringá tem a grana e agora tem a Sputnik…e braço disponível à vontade pra receber a vacina…’demorô’ comprar”, escreveu Luk no twett.

Até o fechamento desta reportagem, Maia (atuante no Twitter) ainda não havia respondido ao twett da vereadora Professora Ana Lúcia.

Existem restrições

A diretoria colegiada da Anvisa autorizou, por 4 votos a 1, na sexta-feira (4), a importação temporária e excepcional da vacina Sputnik V, da Rússia, e da vacina Covaxin, da Índia, mas com restrições para o uso dos imunizantes no Brasil.

Entre as contraindicações, importante esclarecer que grávidas, pessoas com doenças crônicas não controladas, pessoas com HIV e com histórico de anafilaxia pós-vacinação não devem tomar a vacina russa.

A Anvisa chegou a rejeitar a importação das vacinas Sputnik e Covaxin, mas, após pressão de governadores do Nordeste, acabou cedendo. Já existe um acordo entre o chamado Consórcio Nordeste para receber mais de 67 milhões de doses da Sputnik.

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