Coronavírus

Setor pede agilidade na vacinação dos profissionais da limpeza

Sindicatos laboral e patronal do setor de asseio e conservação do Paraná enviam carta aberta ao governo do Paraná, ministério da Saúde e imprensa

Redação RIC Mais
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Setor pede agilidade na vacinação dos profissionais da limpeza
Foto: REUTERS/Andrew Couldridge

28 de abril de 2021 - 13:45 - Atualizado em 28 de abril de 2021 - 15:07

A Fundação de Asseio e Conservação, Serviços Especializados e Facilities (Facop), por meio do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná (SEAC-PR) e do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba (Siemaco Curitiba), divulgou no dia 20 de abril, uma carta aberta ao governo do Paraná e ao Ministério da Saúde, solicitando mais agilidade na vacinação dos profissionais do setor.

Assinado pelos presidentes do SEAC-PR, Adonai Aires de Arruda, e do Siemaco Curitiba, Manassés de Oliveira, o documento ressalta a importância dos trabalhadores da limpeza no combate à pandemia de Covid-19.

“Por não poderem praticar o isolamento social, visto que seus empregos são considerados essenciais, essas pessoas estão muito mais expostas ao risco de contaminação por Covid-19. E essa exposição sem a proteção da vacina já mostra resultados trágicos”

diz um trecho da carta.

Em janeiro e fevereiro de 2021, o número de mortes de profissionais de limpeza em Curitiba foi 175% maior que no mesmo período de 2020, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Isso acontece porque esses trabalhadores não pararam ao longo do último ano e atuam, muitas vezes, em unidades de saúde como os hospitais, lado a lado com as equipes de médicos e enfermeiros.

O documento marca o início da campanha da Facop pela imunização prioritária da categoria. Com peças veiculadas principalmente nas redes sociais, a instituição quer chamar a atenção para a atuação desses profissionais na linha de frente do combate à doença.

“Essa iniciativa é fundamental para que as lideranças políticas e de saúde compreendam que é necessário valorizar os trabalhadores da limpeza como aquilo que eles realmente são: essenciais”

destaca Cassia Almeida.

Veja a carta na integra:

https://ricmais.com.br/noticias/coronavirus/

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