Coronavírus

Prefeitura de Maringá pede que hospitais particulares atendam pacientes privados

Prefeito Ulisses Maia disse em reunião que por causa do fechamento dos hospitais na região, os pacientes tem procurado Maringá para atendimento e superlotado o sistema na cidade

Giselle
Giselle Ulbrich com informações da Prefeitura de Maringá
Prefeitura de Maringá pede que hospitais particulares atendam pacientes privados
Foto: Mileny Melo - SIACOM / Prefeitura de Cascavel

11 de junho de 2021 - 19:40 - Atualizado em 11 de junho de 2021 - 20:54

A Prefeitura Municipal de Maringá reuniu gestores de hospitais públicos e privados nesta sexta-feira (11), para discutir o atendimento a pacientes covid-19 em Maringá. O município acionou o Ministério Público, a Agência Nacional de Saúde (ANS) e Procon para que os hospitais e planos privados não fechem as portas para pacientes privados.

O prefeito Ulisses Maia falou sobre os hospitais que pararam de atender e que pacientes da região vêm a Maringá e estão sobrecarregando o Hospital Municipal. Ele propõe um pacto ou ajuste no atendimento dos hospitais privados, pois a situação está  ficando insustentável.

“É preciso que todos façam a sua parte, atendam os particulares e planos de saúde. Senão, onde vamos parar?”, questionou o prefeito.

Ulisses Maia lembrou que Maringá é a única cidade da região que teve a coragem de evitar a circulação no sábado, Dia dos Namorados, ao restringir a abertura do comércio. Ele agradeceu a sensibilidade do Judiciário, seja de primeiro ou segundo grau, que revogou todas as liminares dos supermercados, que não poderão abrir neste domingo.

Marcelo Puzzi disse que a atitude de Maringá visa salvar vidas e que cada gestor de hospital deve fazer sua parte para atender os pacientes covid. A vereadora Ana Lucia disse que a sociedade vive uma situação de guerra. Ela fez um apelo à rede particular para que faça o impossível no atendimento à covid-19 e defendeu que as instituições de saúde apoiem e dêem respaldo à Prefeitura para aumentar o endurecimento das medidas restritivas.

Antonio Carlos Nardi, do Hospital Santa Rita, criticou os municípios  da região pela falta de medidas restritivas. Ele frisou que Maringá sente na pele os efeitos da abertura do comércio das cidades vizinhas. Todos os gestores relataram a situação de dificuldades que vivem e foram levantadas várias ideias para melhorar a situação.

Além das pessoas citadas, participaram, pela Unimed, Rosa Virgine Tajra Batista; Hospital Santa Casa, José Pereira;  Hospital Universitário, Elisabete Kobaiashi;  Hospital Bom Samaritano, Sanderland Tavares Gurgel;  Hospital Santa Rita, Antônio Carlos Nardi; Hospital Paraná, Nelson Bagatin; Hospital Memorial, Daniel Jacometto; Hospital São Marcos, Paulo Eduardo Ferreira, Hospital do Câncer de Maringá, Luiz Arthur Moura Guirello; e do Hospital Municipal, Welynton Antônio de Souza.

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