Coronavírus

Avanço da vacinação faz ocupação de UTIs reduzir para menos de 90% em todos os estados

De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa), divulgado nesta quarta-feira (14), a ocupação dos leitos de UTI está em 75%

Caroline
Caroline Maltaca / Estagiária com informações da Agência Brasil
Avanço da vacinação faz ocupação de UTIs reduzir para menos de 90% em todos os estados
Nível de ocupação das UTIs reduz para menos de 90% em todos os estados (Foto: Reprodução/Agência Brasil)

14 de julho de 2021 - 16:48 - Atualizado em 14 de julho de 2021 - 16:53

Recentemente um estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostrou que o avanço da vacinação continua a reduzir a internação de pacientes com Covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em todo o Brasil. Pela primeira vez desde dezembro de 2020, nenhum estado está com mais de 90% desses leitos ocupados.

Segundo os pesquisadores da Fiocruz, a maior parte do país encontra-se na zona de alerta intermediário, em que as taxas de ocupação variam entre 60% e 80%, e sete estados estão na zona de alerta baixo, com menos de 60%: Acre (24%), Amapá (47%), Espírito Santo (55%), Paraíba (39%), Rio de Janeiro (57%), Rio Grande do Norte (55%) e Sergipe (50%).

De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa), divulgado nesta quarta-feira (14), a ocupação dos leitos de UTI está em 75%

Em relação as capitais, Goiânia é a única com mais de 90% dos leitos ocupados (92%), seguida por Brasília (80%), Rio de Janeiro (81%) e São Luís (81%). De acordo com a Fiocruz, 12 capitais estão fora da zona de alerta, sendo elas: Porto Velho (57%), Rio Branco (24%), Belém (48%), Macapá (52%), Natal (53%), João Pessoa (40%), Recife (50%), Maceió (55%), Aracaju (50%), Salvador (52%), Vitória (54%) e Florianópolis (53%). As demais estão na zona de alerta intermediário.

Os pesquisadores avaliam que a imunização tem feito a diferença para a queda dos percentuais, mas alertam que as vacinas têm capacidade limitada de bloquear a transmissão do vírus, que continua a circular de forma intensa.

“As vacinas são especialmente efetivas na prevenção de casos graves”,

informa o estudo.

O relatório destaca ainda que os indicadores de incidência e mortalidade da Covid-19 no país estão em queda pela terceira semana seguida. Apesar disso, a pandemia mantêm patamares altos, com média de mais de 46 mil novos casos e 1,3 mil óbitos diários nos últimos sete dias.

“A preocupação com a possibilidade de surgimento de variantes com potencial de reduzir a efetividade das vacinas disponíveis é pertinente e não pode ser perdida de vista”,

explica a Fiocruz.
https://ricmais.com.br/noticias/coronavirus/

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