Coronavírus

Covid-19: mais um hospital privado de Curitiba entra em colapso

Nesta terça-feira (24), Curitiba tem 11.500 “casos ativos” da Covid-19. Isso representa 11,5 mil pessoas capazes de transmitir a doença. O número nunca foi tão alto

Redação RIC Mais
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Covid-19: mais um hospital privado de Curitiba entra em colapso
(Foto: Divulgação/Marcelino Champagnat)

24 de novembro de 2020 - 17:01 - Atualizado em 24 de novembro de 2020 - 17:02

Mais um hospital privado de Curitiba entrou em colapso e anunciou que não vai mais receber pacientes no Pronto Atendimento, independente da enfermidade.

A direção do Hospital Marcelino Champagnat comunicou, nesta terça-feira (24), que a instituição está com a capacidade de atendimento excedida por causa da Covid-19 e que não tem condições de manter o Pronto Atendimento aberto. A decisão é por tampo indeterminado.

De acordo com o hospital, o Marcelino Champagnat está atuando no limite da capacidade instalada. Desde o dia 16, os leitos destinados a pacientes Covid-19– sendo 15 de UTI e 18 de internamento – estão 100% ocupados.

“Chama a atenção o crescimento dos pacientes com queixa de síndrome gripal – com um aumento de aproximadamente 128% nesse mesmo período. Situação que tem se agravado ao longo dos últimos dias”, afirmou o hospital em nota.

Além do Hospital Marcelino Champagnat, outros dois hospitais privados de Curitiba
: Hospital Nossa Senhora das Graças e o Hospital Sugisawa anunciaram que não estão mais recebendo pacientes com sintomas de Covid.

Hospitais do SUS

Segundo dados da Prefeitura de Curitiba, a taxa de ocupação dos leitos de UTI do SUS era de 89%, nesta segunda-feira (23).

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, em Curitiba, dois hospitais públicos estão com 100% das UTIs ocupadas: Hospital do Trabalhador e o Hospital Erasto Gaertner. Outros três hospitais estão com ocupação acima de 90%: Hospital Evangélico (98%), Hospital das Clínicas (98%), Hospital de Reabilitação (92%).

Nesta terça-feira (24), Curitiba tem 11.500 “casos ativos” da Covid-19. Isso representa 11,5 mil pessoas capazes de transmitir a doença. O número nunca foi tão alto.

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