Coronavírus

Brasil vai assinar acordo para produzir ativo das vacinas contra covid-19, diz Queiroga

O acordo possibilita que o IFA seja fabricado pela Fiocruz, aumentando o ritmo de imunização

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações da Agência Brasil
Brasil vai assinar acordo para produzir ativo das vacinas contra covid-19, diz Queiroga
(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

26 de maio de 2021 - 13:10 - Atualizado em 26 de maio de 2021 - 13:10

O ministro da saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira (26) que o governo federal vai assinar na próxima semana um contrato de Encomenda Tecnológica com a farmacêutica inglesa AstraZeneca. O acordo vai possibilitar que o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), material necessário para produção da vacina contra o novo coronavírus, seja fabricado no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Para o ministro, a ação deve potencializar o avanço da vacinação no Brasil. Ele ainda reafirmou o compromisso do Governo Federal em vacinar todas as pessoas com mais de 18 anos até o final de 2021. Queiroga declarou que o país tem contratadas, até 2022, cerca de 600 milhões de doses de vacinas, das quais, 90 milhões já foram distribuídas aos estados.

Durante a audiência conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, a assessoria do Ministério da Saúde afirmou que 41,9 milhões de doses de vacinas contra covid-19 serão disponibilizadas em junho, 12 milhões a menos do que a previsão inicial. De acordo com o Marcelo, o déficit no planejamento se deu por conta da falta de insumos.

“Estamos tentando ainda antecipar dois lotes de IFA da AstraZeneca, previstos para o dia 20 de junho. Se conseguirmos, acredito que vamos voltar para o número inicialmente previsto de doses para junho”,

explicou Marcelo Queiroga

Outra medida para combater a pandemia do novo coronavírus será a ampla testagem. Segundo o ministro, amanhã (27) será lançado um programa nacional de testagem em massa com objetivo de chegar a 20 milhões de brasileiros mensalmente. Os testes devem ser aplicados em pessoas sintomáticas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também em quem apresentar sintomas iniciais, em locais pré-definidos, como portos, aeroportos e rodoviárias.

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