Coronavírus

Após orientação da Anvisa, Ministério da Saúde vai ampliar envio de vacina da Pfizer

A partir de agora o imunizante poderá ser mantido em temperaturas mais elevadas e por até 31 dias

Redação RIC Mais
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Após orientação da Anvisa, Ministério da Saúde vai ampliar envio de vacina da Pfizer
Logo da Pfizer

28 de maio de 2021 - 13:36 - Atualizado em 28 de maio de 2021 - 15:52

Por Pedro Fonseca e Ricardo Brito | Reuters

O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira que vai ampliar o envio às cidades brasileiras de doses da vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech contra Covid-19, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter informado mais cedo que o imunizante pode ser mantido em temperatura de 2 a 8 graus Celsius por até 31 dias, ampliando prazo que anteriormente era de apenas 5 dias.

Em postagem no Twitter, o Ministério da Saúde disse que, “a partir de agora, a vacina Covid-19 da Pfizer/BioNTech poderá ser distribuída para todo Brasil!”.

“A decisão permite que milhares de cidades brasileiras possam receber a vacina da Pfizer!”, afirmou o ministério.

Segundo a Anvisa informou mais cedo, para aprovar as novas condições, a equipe técnica da agência avaliou os estudos de estabilidade apresentados pelo laboratório desenvolvedor da vacina.

“Os estudos de estabilidade servem para definir por quanto tempo e em quais condições a vacina mantém suas características sem alteração”, disse em nota.

A vacina da Pfizer exige armazenamento em temperaturas ultrabaixas (-70 graus Celsius) para períodos maiores de tempo, mas novas pesquisas apontaram que o imunizante manteve sua eficácia quando guardado entre 2 a 8 graus por períodos determinados.

No Brasil, a vacina vinha sendo aplicada apenas nas capitais devido à logsística de distribuição e armazenamento.

O país recebeu até o momento 3,4 milhões de doses da vacina, de um total contratado de 200 milhões.

Além das vacinas da Pfizer, o Brasil conta para sua campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 com a CoronaVac, do laborarório chinês Sinovac e que está sendo envasada pelo Instituto Butantan, e com a vacina da AstraZeneca desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, que é envasada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Essas três vacinas são aplicadas em duas doses.

 

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