Carol Crozeta
Emagreça sua Vida

Por Carol Crozeta

Saúde
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A culpa pode ser do seu intestino!

Alterações intestinais podem levar a distúrbios hormonais que atrapalham o emagrecimento e também alterações na forma de armazenar gordura no organismo, além de afetar diretamente a absorção de diversos nutrientes.

A culpa pode ser do seu intestino!

12 de junho de 2021 - 09:57 - Atualizado em 12 de junho de 2021 - 09:57

Perder aqueles indesejáveis quilos a mais deveria ser uma simples equação de comer menos calorias do que gastamos, certo? Será que então é só fechar a boca mesmo?

Não! Se fosse simples assim ninguém teria dificuldade de emagrecer.

No processo de emagrecimento temos influência da genética, do comportamento, além de fatores ambientais e emocionais.

Além disso o intestino é um fator de peso para definir se você vai ser uma daquelas pessoas que come e não engorda de jeito nenhum ou faz parte do time que vive brigando com a balança.

Sua microbiota intestinal, chamada de Flora Intestinal, é o grupo de bactéria que vivem no intestino, auxiliando em vários processos, como a digestão de alimentos e monitorando o desenvolvimento de microrganismos que causam doenças.

Mas o que o intestino tem a ver com emagrecimento?

Alterações intestinais podem levar a distúrbios hormonais que atrapalham o emagrecimento e também alterações na forma de armazenar gordura no organismo, além de afetar diretamente a absorção de diversos nutrientes.

Imaginem quantas pessoas estão na luta contra obesidade, fazendo uso de diversos medicamentos e substâncias, sendo que, na verdade, o maior problema pode ser intestinal?

Se você vive constipado, seu caso precisa ser avaliado com detalhe por um profissional e se necessário fazer um tratamento para uma possível disbiose.

Disbiose é um desequilíbrio entre as bactérias do intestino, que ocorre quando há um predomínio de microrganismos maléficos sobre os benéficos no órgão. As principais causas da disbiose são: stress; alimentação rica em carboidratos refinados, açúcares, gorduras saturadas e baixa ingestão de fibras; ingestão excessiva de agrotóxicos; automedicação e uso elevado de antibióticos, anti-inflamatórios e antiácidos; e uso abusivo do álcool e do cigarro.

A presença de sintomas como queda de cabelo, unhas quebradiças, candidíase de repetição, cansaço físico, indigestão, distensão abdominal, flatulência, obstipação e diarreia, especialmente após as refeições, indicam a necessidade de ficar atento ao equilíbrio da flora intestinal.

Um intestino desequilibrado não é capaz de absorver de absorver nutrientes e emagrecer de forma adequada. Por isso preste atenção no seu intestino.

Como avaliar meu intestino?

Através dos sinais e sintomas que você apresenta, do número de idas ao banheiro diariamente ou semanalmente, e do formato das suas fezes.

O profissional Nutricionista pode verificar como está funcionando seu intestino e fazer uma modulação intestinal para que você melhore sua qualidade de vida e saúde.

E qual como eu faço para melhorar a flora intestinal?

Melhorar a flora intestinal é uma tarefa relativamente simples e que pode ser feita prestando atenção aos hábitos diários.

1º Um dos principais cuidados é ingerir água de boa qualidade, mineral e/ou filtrada. A água é um dos maiores veículos de microrganismos que causam doenças que existe, principalmente as que atacam os nossos intestinos, por isso é importante observar a procedência do líquido até mesmo durante a lavagem e preparo de alimentos.

2º Outro cuidado essencial é apostar em alimentos ricos em fibra, para suprir as necessidades energéticas das bactérias. Eles são chamados de prebióticos, ou seja, têm componentes vegetais não digeríveis ao longo do processo digestivo no trato intestinal.

A quantidade correta de fibras na alimentação é de 20 a 50 gramas diários. Esse é um passo importante para manter a flora forte e apta a expulsar microrganismos patológicos.

Alimentos ricos nessa categoria: feijão, chicória, alho e cebola, alcachofra, banana verde, leites fermentados, iogurtes, queijo, coalhadas, kombucha e kefir.

3º os já famosos probióticos, ou seja, alimentos que contêm microorganismos vivos benéficos para nós humanos. Os mais conhecidos são os lactobacilos e as bifidobactérias, bactérias patenteadas e que são reguladas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Hoje estão disponíveis no mercado sendo indicados para quem tem dificuldades em inserir na alimentação os alimentos lácteos. Um ponto positivo é que as cápsulas não precisam de refrigeração e não contém altas concentrações de gordura e carboidratos. O consumo deve ser feito sob orientação médica/ e ou do nutricionista.

Apesar dos muitos benefícios para a manutenção da saúde, o consumo de probióticos deve estar associado a hábitos de vida saudáveis. De nada adianta uma suplementação com probiótico se você se alimenta mal e não ingere água.

Converse com seu nutricionista antes de fazer qualquer alteração na sua alimentação. Siga uma dieta equilibrada e pratique exercícios físicos regularmente.

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Nutricionista Dra. Carolina Crozeta

Site: www.carolcrozeta.com

E- mail: carol@carolcrozeta.com

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