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Saúde investiga três casos de reação adversa à vacina contra a gripe

Redação RIC Mais
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6 de maio de 2017 - 00:00 - Atualizado em 6 de maio de 2017 - 00:00

Os três pacientes que apresentaram reação têm mais de 60 anos (Foto ilustrativa/ANPr)

Três pacientes, vacinados no mesmo posto de saúde e no mesmo dia, apresentaram reação infecciosa

A Secretaria da Saúde de Curitiba investiga três casos de infecção bacteriana após a aplicação de vacina da gripe. Os pacientes que apresentaram a reação infecciosa, um homem e duas mulheres com mais de 60 anos, foram vacinados no posto de saúde Medianeira, no Boa Vista, em 27 de abril.

Por precaução, a unidade foi fechada temporariamente para identificação da causa do problema. Processo administrativo foi instaurado para apurar responsabilidades.

Os usuários do posto Medianeira são redirecionados paras as unidades Pilarzinho, Abaeté, Barreirinha e Santa Efigênia. A unidade de saúde Abaeté (Rua Delegado Miguel Zacarias, 403, Boa Vista) estará aberta neste sábado (06/05) para tirar dúvidas de pacientes a respeito de reação à vacina, das 8h às 17h.

Também está sendo reforçado aos prestadores de serviços da saúde a necessidade de comunicação imediata de reações adversas para a secretaria municipal.

Desde 17 de março, foram aplicadas 191.833 doses, nos 110 postos de saúde da capital.

Sensibilidade

Quem tomou a vacina deve ficar atento a dor e vermelhidão persistentes e que se estendam além do local onde a vacina foi aplicada. As reações comuns são dor e sensibilidade no local da aplicação, que geralmente passam em dois dias. Manifestações gerais leves, como febre, mal-estar e mialgia podem começar entre 6 e 12 horas depois da vacinação e persistir por um a dois dias.

Não foi identificado problemas com a vacina, produzida com vírus fragmentado e inativo. A vacina contra gripe é segura e não causa a doença. A vacinação continua até 26 de maio e, para o dia 13, sábado, está marcada a mobilização nacional. A vacina desta campanha é trivalente, com componentes dos vírus H1N1, H3N2 e B. As doses estão disponíveis nos postos de saúde para pessoas mais suscetíveis a desenvolver complicações devido ao vírus.

Os grupos são:

  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos 11 meses e 29 dias);
  • Gestantes;
  • Puérperas (até 45 dias após o parto);
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativas;
  • População privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Povos indígenas;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;
  • Professores das escolas públicas e privadas.

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