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Saúde assina novo contrato com Pfizer por mais 100 mi de doses com entrega até dezembro

Em solenidade no Palácio do Planalto de liberação de 1 bilhão de reais em recursos para reforçar o enfrentamento da pandemia

Reuters
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Saúde assina novo contrato com Pfizer por mais 100 mi de doses com entrega até dezembro
(FOTO: REUTERS/Dado Ruvic)

11 de maio de 2021 - 20:42 - Atualizado em 12 de maio de 2021 - 11:13

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira ter assinado um segundo contrato com o laboratório norte-americano Pfizer para receber até o final do ano 100 milhões de doses do imunizante contra Covid-19 desenvolvido pela empresa com a parceira BioNTech, totalizando 200 milhões de doses da vacina.

O Ministério da Saúde informa que já assinou o contrato com a Pfizer e aguarda a assinatura do laboratório. Cabe ressaltar que há uma diferença de fuso horário, já que a sede da empresa está na Bélgica. A expectativa da pasta é receber as 100 milhões de doses contratadas a partir de setembro de 2021“, informou a pasta em nota.

Mais cedo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, havia afirmado que 30 milhões de doses da vacina da Pfizer provenientes do segundo contrato com o laboratório serão entregues em setembro e as demais 70 milhões até o final do ano.

“O presidente da República autorizou mais uma compra de 100 milhões de unidades de vacinas da Pfizer. Essas vacinas serão entregues ainda este ano: mais de 30 milhões no mês de setembro e as demais até dezembro”

disse Queiroga em solenidade no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

O governo federal assinou em março um primeiro contrato com a Pfizer para aquisição de 100 milhões de doses da vacina da empresa — muitos meses após ter iniciado as negociações com o laboratório ainda no ano passado. Até o momento, o país recebeu cerca de 1,6 milhão de doses do imunizante.

Além da vacina da Pfizer, o Ministério da Saúde tem distribuído aos Estados as vacinas Oxford-AstraZeneca e CoronaVac, tendo distribuído cerca de 77 milhões de doses no total.

Em solenidade no Palácio do Planalto de liberação de 1 bilhão de reais em recursos para atenção primária reforçar o enfrentamento da pandemia, Queiroga destacou que Bolsonaro lhe incumbiu de impulsionar a campanha de vacinação. O presidente não discursou.

O governo federal tem sido alvo de críticas e de uma investigação da CPI da Covid do Senado por supostamente ter demorado em adquirir vacinas contra coronavírus.

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