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Quadrilha especializada em roubo de relógios de luxo é presa em Curitiba

A operação, que teve início em 28 de agosto, ficou conhecida como Cronos

Renata
Renata Nicolli Nasrala / Editora
Quadrilha especializada em roubo de relógios de luxo é presa em Curitiba
(Foto: PCPR)

27 de setembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 27 de setembro de 2019 - 00:00

Nesta quinta-feira (26), a Polícia Civil do Paraná (PCPR) e a Guarda Municipal de Curitiba realizaram uma ação em conjunto que resultou na prisão de quatro integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de relógios de luxo. A operação, que teve início em 28 de agosto, ficou conhecida como Cronos.

Quadrilha de roubo de relógios é presa durante operação Cronos

De acordo com informações da PCPR, os cinco homens vieram juntos a Curitiba e cometeram ao menos dois crimes só nesta quinta. Em um dos casos, o crime foi concretizado, e no outro os criminosos não obtiveram êxito.

O primeiro suspeito foi preso em flagrante pela Guarda Municipal no bairro Batel, e com ele foram apreendidos um revólver e uma motocicleta.

Em seguida, outros quatro suspeitos conseguiram fugir da primeira abordagem. Entretanto, foram descobertos pela polícia e presos em um ônibus próximo ao estado de São Paulo, por volta das 22h30. Com eles foi encontrado um relógio Rolex roubado.

quadrilha de roubo de relogio

(Foto: PCPR)

Além disso, o delegado Marcelo Magalhães e o secretário municipal Guilherme Rangel afirmaram em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (27) que o esconderijo utilizado pelo bando foi descoberto durante a operação.

No local foram apreendidas duas motos que eram utilizadas nos crime

quadrilha relogios curitiba

(Foto: PCPR)

Operação Cronos

Em agosto, 12 homens foram presos durante a primeira fase da operação Cronos. Segundo a polícia, a quadrilha é de São Paulo e vinha ao Paraná especialmente para cometer os roubos de relógios de luxo. Pelo menos 30 pessoas já foram vítimas dos assaltos na Grande Curitiba.

Conforme o delegado Magalhães, o bando agia sempre em grupo e escolhia vítimas que estavam em carros de luxo. 

“Eles agiam, geralmente, em três ou quatro indivíduos, todos em motocicletas, algumas motocicletas utilizavam o disfarce de entregadores de aplicativo de comida ou de outros objetos. Sempre um desses indivíduos estava armado, que seria o indivíduo que daria a voz de assalto, os outros faziam o trabalho de campana e escolha dos alvos. Eles preferiam, geralmente, vítimas que estavam em carros de luxo porque consequentemente o relógio seria um pouco mais caro”, explicou. 

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