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Professor encontrado morto em Curitiba foi torturado com requintes de perversidade

Ronaldo Pescador estava amarrado com fios elétricos, enrolado em um pedaço de carpete e com uma roupa feminina na boca

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Caroline Berticelli / Editora
Professor encontrado morto em Curitiba foi torturado com requintes de perversidade
O corpo do professor foi abandonado nas proximidades do Jardim Zoológico da capital. (Foto: Reprodução/RIC Record TV)

3 de dezembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 15:11

O professor Ronaldo Pescador que foi encontrado morto dentro de um veículo no bairro Alto, em Curitiba, neste domingo (1º), foi torturado com requintes de crueldade, segundo a Polícia Civil.

“Vamos deixar claro que se trata de um crime bárbaro porque a vítima foi torturada até a morte com requintes de perversidade”, declarou o delegado Tito Barichello nesta terça-feira (3). 

Segundo Barichello, o setor de inteligência da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está com a investigação avançada e os autores do crime já foram identificados. “Todo o setor de inteligência da DHPP está sendo movimentado nesse caso concreto, estamos já fazendo o caminho, percorrido pela vítima, já sabemos onde a vítima foi morta, em uma residência, que não é local onde em que o corpo foi desovado, e já temos muitas provas produzidas, que neste momento estão sendo mantidas em sigilo, mas eu posso garantir pra vocês que os criminosos em pouco tempo estarão presos”, disse. 

Suspeita de crime passional 

Durante a entrevista, o delegado não quis confirmar se a motivação para o assassinato do professor foi mesmo passional como se suspeitava a princípio. Conforme ele, algumas informações apuradas precisam permanecer em sigilo para que a investigação não seja prejudicada. 

Professor é encontrado morto nas proximidades do zoológico

Ronaldo Pescador, que era casado e tinha uma filha, estava desaparecido desde a última quinta-feira (28). Seu corpo foi encontrado no banco traseiro do seu próprio veículo em um terreno baldio na rua Engenheiro Raul Suplicy de Lacerda, nas proximidades do Jardim Zoológico de Curitiba.

O professor estava amarrado com fios elétricos, enrolado em um pedaço de carpete – que foi retirado da residência onde ele foi assassinado – e com um body preto feminino na  boca. 

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