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Prejuízo: moto arrastada por correnteza ainda não tinha sido paga

O dono do veículo contou que ainda faltam 13 prestações para quitar o valor da compra e já vai ter que desembolsar cerca de R$3 mil para arrumar os estragos

Ana Clara
Ana Clara Marçal / Estagiária com informações de Lívia Oliveira, da RICtv, e supervisão de Adriana Justi
Prejuízo: moto arrastada por correnteza ainda não tinha sido paga
(Foto: Reprodução/RICtv)

11 de janeiro de 2022 - 16:24 - Atualizado em 11 de janeiro de 2022 - 16:24

A moto arrastada pela correnteza devido à forte chuva que atingiu Londrina, no norte do Paraná, e região, na tarde de segunda-feira (10), foi recuperada. Em entrevista ao Balanço Geral Londrina, nesta terça-feira (11), o dono do veículo contou que ainda faltam 13 prestações para quitar o valor da compra e já vai ter que desembolsar mais R$3 mil para arrumar os estragos causados pela chuva.

“Ficar com o carnê na mão e pagar sem ter. Ainda sobrou alguma coisa dela, mas até eu conseguir me recompor para eu conseguir arrumar ela vai demorar. Ou eu pago a prestação ou eu arrumo ela.”

conta o homem.

O acidente aconteceu na ponte do Panissa, que fica na divisa entre Londrina e Cambé. Com a força da chuva, a estrutura cedeu e foi levada pela correnteza. O dono da moto contou que voltava do posto de saúde quando começou o temporal. Ele tentou passar pela área, mas caiu do veículo e, por pouco, não foi levado. A moto, no entanto, foi arrastada.

(Foto: Reprodução/Redes sociais)

“Pela força que eu vi da água, na minha mente, eu pensei que a moto eu não ia encontrar mais não. Porque o tanto de água que desceu lá foi demais. Tudo que vinha arrastava. Não podia passar nada ali. O que passava ia ser arrastado. […] Fiquei, lá, assistindo, esperando abaixar. Aí eu vi que água abaixou, chamei um parente meu e pegou uma corda.”

explica o dono como fez o resgate.

A moto, de 160 cilindradas, precisou ser desmontada para a limpeza. Os motores e a parte elétrica ainda devem passar por uma revisão antes de poder funcionar novamente. Moradores da região reclamam que o alagamento é corriqueiro em tempos de chuva.

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