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Ponta Grossa avança mais uma etapa para se candidatar a sediar ESA

O empreendimento deve receber investimentos na ordem de R$ 1,2 bilhão e reunir um contingente de aproximadamente 10 mil pessoas.

Gabriel
Gabriel Albuquerque / Estagiário Com informações da AEN e supervisão da editora Giselle Ulbrich
Ponta Grossa avança mais uma etapa para se candidatar a sediar ESA
Em Ponta Grossa, Exército vistoria local de possível instalações da Escola de Sargentos de Armas - ESA. Ponta Grossa, 13 de abril de 2021. Foto: José Fernando Ogura/ AEN

1 de junho de 2021 - 19:37 - Atualizado em 1 de junho de 2021 - 19:37

Ponta Grossa está cada vez mais perto de se tornar forte candidata para sediar a nova Escola de Sargentos das Armas (ESA) do Exército Brasileiro. O município dos Campos Gerais, no Paraná, está concorrendo com Santa Maria (Rio Grande do Sul) e Recife (Pernambuco) – as três finalistas entre 18 locais prospectados no Brasil. O resultado será definido no início do segundo semestre.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desocupou a área em que está instalada a Fazenda Modelo, no distrito de Itaiacoca, deixando o terreno de 4,5 mil hectares à disposição para a construção da ESA. Em contrapartida, a instituição militar vai destinar um espaço no município vizinho de Palmeira para que a empresa pública possa dar continuidade aos trabalhos de pesquisa.

Ratinho Júnior, governador do Estado, recorda que a infraestrutura e a localização geográfica são pontos que pesam muito a favor de Ponta Grossa. Citou, por exemplo, que a cidade é a quarta em número de habitantes no Paraná, com uma população de 355 mil pessoas. É o município de maior porte mais próximo de Curitiba – fica a 108 quilômetros da Capital, a cerca de 130 quilômetros do Aeroporto Internacional Afonso Pena e a 200 quilômetros do Porto de Paranaguá.

“É mais um passo que o Paraná consegue dar na disputa para abrigar a Escola de Sargentos das Armas. A Embrapa entendeu nosso pedido e se colocou inteiramente à disposição para colaborar. Vamos agora fechar os últimos pontos técnicos e jurídicos para garantir celeridade ao processo”

Ratinho Júnior, governador do Paraná[

O empreendimento deve receber investimentos na ordem de R$ 1,2 bilhão e reunir um contingente de aproximadamente 10 mil pessoas, entre alunos, instrutores, familiares e todo o pessoal necessário para fazer a escola funcionar.

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