Marc Sousa

Deputado e apresentador Gilberto Ribeiro é condenado a três anos por falso testemunho em atropelamento

O apresentador cumprirá em regime aberto, e a cada dia de infração, terá uma multa fixada em quatro salários-mínimos

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Marc Sousa / Colunista
Deputado e apresentador Gilberto Ribeiro é condenado a três anos por falso testemunho em atropelamento
O apresentador cumprirá em regime aberto, e a cada dia de infração, tem uma multa fixada em quatro salários-mínimos (Foto: Reprodução)

6 de julho de 2021 - 18:43 - Atualizado em 6 de julho de 2021 - 20:54

A Justiça condenou na tarde desta terça-feira (6), o deputado e apresentador José Gilberto do Carmo Alves Ribeiro, mais conhecido como Gilberto Ribeiro, por ter atropelado em 2011 o adolescente Willian Sanches Conceição.

De acordo com o Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR), através das Promotorias de Justiça, Gilberto Ribeiro recebeu três anos e seis meses de sentença por ter sido o autor do acidente e por falso testemunho. Inicialmente, o apresentador cumprirá em regime aberto, e cada dia de infração, tem uma multa fixada em quatro salários-mínimos.

Relembre o caso

Segundo o relatório da sentença, o acidente aconteceu em 12 de março de 2011, por volta das 16h00 quando o apresentador conduzia sua camionete pela Rv. João Leopoldo Jacomel, sentido Piraquara, e ao fazer uma conversão à direita em alta velocidade, acabou atingindo o adolescente que caminhava pela calçada. Tendo deixado o jovem com lesões corporais aparentemente moderadas, durante o processo, Gilberto Ribeiro e três de suas testemunhas omitiram alguns fatos.

De acordo com a Justiça, uma das testemunhas do apresentador, João Pereira de Cristo, conhecido como “João Coragem”, teria ameaçado pessoas que teriam presenciado o ocorrido.

“Valendo-se da má-fama que possui na localidade, dolosamente usou de grave ameaça, consistente em anunciar que mataria toda e qualquer pessoa que presenciou o atropelamento ou que tivesse algum conhecimento dele e testemunhasse nesse sentido junto aos órgãos de investigação, ameaçando notadamente aquelas pessoas que foram chamadas a intervir como testemunhas no processo policial e também naquele administrativo conduzido pelo Ministério Público”,

parte do relatório de condenação.

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