Política

Bolsonaro deve voltar ao Paraná na próxima semana

Os presidentes do Brasil e Paraguai irão visitar as obras da nova ponte que ligará os dois países em Foz do Iguaçu, no oeste do estado

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações da Itaipu Binacional
Bolsonaro deve voltar ao Paraná na próxima semana
Bolsonaro e Ratinho Júnior durante a última visita do presidente ao estado. (Foto: Marcos Corrêa/PR)

28 de novembro de 2020 - 17:39 - Atualizado em 28 de novembro de 2020 - 17:41

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve vir a Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, para junto com o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, visitar as obras da Ponte da Integração Brasil – Paraguai na próxima terça-feira (1°). 

De acordo com a Divisão de Imprensa da Itaipu Binacional, ministros de Estado e o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, também devem participar do encontro. 

Esta será a quarta visita do presidente Bolsonaro a Foz do Iguaçu e a sexta ao Paraná durante o exercício do mandato.

A primeira viagem a Foz foi em fevereiro de 2019, para a posse do general Joaquim Silva e Luna como diretor-geral brasileiro da Itaipu; a segunda, em maio do mesmo ano, para o lançamento da pedra fundamental da Ponte da Integração Brasil-Paraguai; e em agosto de 2020, para o lançamento da pedra fundamental da duplicação de um trecho de 8,7 quilômetros da BR-469, a Rodovia das Cataratas – obra que também é financiada pela Itaipu. 

No mês passado, o presidente esteve em Renascença, no Paraná, para o lançamento da revitalização de um trecho de quase 48 quilômetros da Estrada Boiadeira, que terá também aporte de recursos da usina de Itaipu. A margem paraguaia da usina vai financiar uma terceira ponte, que ligará Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta, no país vizinho, com acesso ao oceano Pacífico. 

As duas obras – a ponte em Porto Murtinho e a revitalização da Estrada Boiadeira – farão conexão com a tão sonhada rota bioceânica, entre os oceanos Atlântico e Pacífico. O corredor permitirá a ligação dos portos brasileiros de Santos (SP) e Paranaguá (PR) ao Norte do Chile, reduzindo em até duas semanas o tempo de viagem das exportações do Brasil até os países do Oriente, principalmente China, Japão e Coreia do Sul.

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