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Policiais organizam protesto contra PEC 32 para esta quarta-feira (23)

Segundo os organizadores, o protesto está previsto para acontecer às 9h desta quarta-feira (23), em frente ao Palácio Iguaçu, no bairro Centro Cívico

Pablo
Pablo Mendes com informações de sites oficiais e da CDD, com supervisão de Daniela Borsuk
Policiais organizam protesto contra PEC 32 para esta quarta-feira (23)
Sede da Polícia Federal em Curitiba. (Foto: Agência Brasil)

23 de junho de 2021 - 09:37 - Atualizado em 23 de junho de 2021 - 09:37

Para se manifestarem contra a reforma administrativa PEC 32, policiais civis, científicos e federais organizaram um protesto na manhã desta quarta-feira (23), das 9h às 12h. Em Curitiba, o ato será realizado em frente ao Palácio Iguaçu, no bairro Centro Cívico e é uma convocação de entidades como a União das Forças de Segurança (UFS) e tem o apoio da Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) do Paraná.

De acordo com o diretor da ADPF no Paraná, Jorge Luiz Fayad Nazário, a associação irá participar do protesto, mas neste momento não prevê paralisação dos trabalhos dos membros da entidade.

“Por hora, não haverá paralisações, apenas mostrar indignação em relação à PEC 32, que retira a estabilidade e faz com que o governo nomeie quem quiser para os quadros da PF, mesmo não sendo policial.”

Explicou Nazário.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32, do Poder Executivo, altera dispositivos sobre servidores e empregados públicos e modifica a organização da administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A ideia é dar início a ampla reforma administrativa com efeitos no futuro.

Chamada pelo governo de PEC da Nova Administração Pública, a proposta altera 27 trechos da Constituição e introduz 87 novos, sendo quatro artigos inteiros. As principais medidas tratam da contratação, da remuneração e do desligamento de pessoal, válidas somente para quem ingressar no setor público após a aprovação das mudanças.

Os policiais alegam que essa medida do governo causa prejuízos como o atraso no pagamento da data-base, que também é uma das reivindicações da mobilização.

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