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‘Pílula do Câncer’: polícia investiga grupo que comercializa produto ilegal

O medicamento conhecido como ‘pílula do câncer’ não possui registro nos órgãos competentes

Caroline
Caroline Berticelli / Editora
‘Pílula do Câncer’: polícia investiga grupo que comercializa produto ilegal
A ‘pílula do câncer’ é usada para fim terapêutico ou medicinal. (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

4 de setembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 15:38

Um grupo criminoso que introduz irregularmente no país a chamada ‘pílula do câncer’, produto usado para fim terapêutico ou medicinal, foi alvo da operação Operação Placebo, da Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (4) em Curitiba.

O medicamento à base de Fosfoetanolamina não possui registro nos órgãos competentes. Sendo assim, sua venda em território nacional é enquadrada como crime previsto no art.273, parágrafo 1o-B, inc. I , II, V e VI do Código Penal.

Operação Placebo

Na Operação Placebo, realizada na manhã desta quarta-feira (4), cumpriu três mandados de busca e apreensão, uma pessoa foi presa e 160 frascos do produto foram apreendidos.

O material retido não possui registro nos órgãos competentes, sendo sua introdução e venda em território nacional enquadrada como crime de importação e venda ilegal de produtos com destinação medicinal ou terapêuticas, com pena que pode chegar à 15 anos de reclusão.

Pílula do câncer sem fosfoetanolamina

Segundo a PF, uma perícia realizada no medicamento não constatou a presença da substância fosfoetanolamina. 

 

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