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Passageiros elegem Afonso Pena o melhor aeroporto do país

Redação RIC Mais
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24 de janeiro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 24 de janeiro de 2017 - 00:00

Gráfico mostra avaliação dos aeroportos brasileiros desde 2013 (Imagem: Secretaria da Aviação)

O terminal já tinha sido eleito o melhor em 2015, mas agora conseguiu sua qualificação mais alta

O aeroporto Afonso Pena, de Curitiba, foi eleito o melhor do Brasil em 2016, segundo a Pesquisa Permanente de Satisfação do Passageiro feita pelo Ministério dos Transportes. O terminal também foi considerado o melhor em 2015.

A pesquisa é feita a cada trimestre desde 2013 e teve no final do ano o melhor Taresultado até agora: na média dos 15 aeroportos avaliados, um índice de satisfação de 4,28 na escala de 1 a 5. Os aeroportos envolvidos na pesquisa somam 80% do movimento aéreo no país.

O Afonso Pena ficou em primeiro lugar e bem acima da média, com índice 4,72, o melhor já atingido por qualquer terminal na avaliação. Como o aeroporto havia liderado a pesquisa nos dois semestres anteriores, terminou como o melhor de 2016. Os aeroportos do Recife, de Brasília e do Rio (Santos Dumont) vieram em seguida.

Das 16 rodadas de pesquisa até agora, o Afonso Pena ficou em primeiro lugar sete vezes.

O brasileiro está, em geral, bastante satisfeito com os aeroportos – 9 em cada 10 os classificam como “bons” ou “muito bons”. Foram ouvidos, entre outubro e dezembro, 14085 passageiros. O levantamento é da Praxian – Business & Marketing e o seu nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 5%.

Além do índice de satisfação geral, a pesquisa tem outros 37 indicadores. O Afonso Pena liderou em 11 deles – quesitos como tempo na fila de inspeção de segurança, sanitários mais limpos, cordialidade e prestividade dos funcionários, velocidade da restituição de bagagens e outros.    

Acima da meta

Nos quatro anos de pesquisa, os terminais melhoraram 9,6%, de acordo com os 253,5 mil viajantes entrevistados. Considerando médias anuais do índice de satisfação geral do passageiro, a nota passou de 3,84 em 2013 para 4,21 em 2016, acima da meta estabelecida pelo Governo (4,00).

“Sempre que identificamos falhas em um serviço público, trabalhamos para superá-las. Mas quando um serviço, que é público, é sucessivamente considerado ‘bom’ e ‘muito bom’ por quem o utiliza e ainda assim continua melhorando, significa que a gestão eficiente é um exercício diário para quem está por trás destes resultados”, afirma o ministro dos Transportes, Maurício Quintella.

 

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